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26 de abril de 2017

A celebrar o amor, 9 anos

Hoje é um dia especial, há 9 anos mudei de estado civil.

Foi um dia lindo, rodeado de todas as pessoas importantes na minha vida.

Sem dúvida,o dia mais especial e emotivo que ficará sempre guardado com muito amor.

Começou cedinho, acordei ao lado da amiga de sempre, cabeleireiro, voltar para casa, vestir o meu vestido, fotografias pelas ruas na minha querida aldeia Coriscada... eis que chega a hora, ouço o barulho dos carros a chegarem, era o Bruno e seus convidados.

Chegou a hora de rumar até à igreja, a pé, pelas ruas onde fui sempre tão feliz.

O friozinho na barriga chegou, aquele nervoso miudinho que aparece quando algo de importante vai acontecer.

À porta da igreja, de braço dado com o meu Pai, com os meus meninos lindos L e S à frente, dei-me conta de que chegara o momento.

Dizem que a entrada foi bonita e emotiva, muito por conta do tenor que cantou divinamente o Avé Maria...Eu não o ouvi, tal era a emoção. O caminho até ao Bruno foi longo, todos aqueles rostos amigos, e finalmente cheguei.

O Bruno estava emocionado e eu também.

Foi uma cerimónia bonita, tal como queríamos, acompanhada pelas nossas pessoas especiais, ao som de uma voz arrebatadora e de um piano tocado lindamente, conduzida por um padre que a tornou diferente.

Rapidamente estávamos a assinar, junto dos nossos padrinhos, o papel que cela a nossa união.

Mais fotografias, naquela igreja que será sempre especial.

Rumamos à quinta onde pudemos descontrair e desfrutar da companhia de todos.

Hoje, passados nove anos, lembro este dia com alegria, pois sei que o aproveitei ao máximo. E também com alguma nostalgia, pois algumas das pessoas que estiveram ao nosso lado não voltarão a estar.

Nove anos de muitas superações, de muitos obstáculos transpostos, de muitas alegrias, de muitas conquistas.
Com um filho maravilhoso e outro quase, quase, a chegar.
O que mais poderia querer do que ter o melhor amigo e marido na mesma pessoa, aquele a quem não preciso dizer o que me vai no pensamento, aquele que me torna numa pessoa ainda mais forte...

Amo-te muito e só te posso agradecer a tua paciência, dedicação e amor.

Venham muitos mais anos, que nós cá estaremos para enfrentar o que vier!

29 de abril de 2010

2 anos de casadinhos

Na passada 2ª feira festejamos 2 anos de casados e decidimos festejá-los fora de casa.
Como nesta fase da gravidez prefiro não fazer viagens longas, acabamos por ficar aqui pertinho, em Sintra.
Desta vez, escolhemos um turismo de habituação, em plena serra de Sintra, pertinho do centro histórico e escolhemos muito bem!
Um quarto com vista para a Serra, Castelo e Palácio da Pena, com um jardim muito acolhedor, uma piscina convidativa, pequeno almoço servido no quarto, quarto esse sem televisão (ao início estranhámos mas depois soube mesmo bem!), os donos muito simpáticos... sentimo-nos em casa!
Para quem quiser um fim-de-semana de relaxamento e, ao mesmo tempo, aqui próximo: www.casadovalle.com

Agora deixo-vos algumas fotos do nosso fds, o 1º aniversário na companhia do nosso Miguel - que já se faz ver à distância!


2 de fevereiro de 2010

Os casamentos são à prova de bebé?

Os dias parecem diferentes; os momentos de esperança aumentaram de frequência, em contraponto com a nostalgia e o enfado; cresceu a energia física e mental, que fazia emergir projectos para a vida, saídos de inusitados arquivos mortos e à revelia da idade; melhorou a comunicação no casal, embora mais monopolista nos temas
. Este bebé veio, realmente, revitalizar o casamento... dos avós.
Virá a suceder algo semelhante com os seus filhos, há pouco recém entrados no clube dos pais, ou os bebés poderão vir a desempenhar, mais agora que dantes, um protagonismo desafiante à solidez dos casamentos?

A resposta a esta questão é, como todas as outras reflexões sobre o casamento, seus obstáculos à estabilidade ou factores de reforço ao seu edifício, uma função de dados casuísticos e da análise aos elementos que se apresentam como ameaças ou apoios. No caso vertente impõe-se estimar as ameaças.
Assumindo que falamos de um casamento que não tenha resultado de uma resposta equívoca a um relacionamento sem futuro, ou de um acto gratuito de mera exibição social – qualquer destes, parece, em crescendo de popularidade – e que a decisão de ter um filho foi reflectida, partilhada e mutuamente desejada pelo casal, unido há, pelo menos mais de um ano, os factores de eventual desestabilização do casamento pela vinda do bebé cairão, provavelmente, dentro de uma ou várias destas categorias de fenómenos:
- Cansaço e inadaptação às tarefas associadas ao cuidado do bebé (aleitamento, fraldas, ritmos de sono, preocupações com saúde, gestão do tempo; partilha de tarefas);
- Alterações no relacionamento afectivo e sexual (diminuição do desejo feminino, dificuldades com a imagem física, medo de nova gravidez, “ciúmes”, menos disponibilidade para o diálogo, falta de intimidade e rejeição relativa por parte do marido);
- Ausência de tempos lúdicos, coarctação da liberdade individual e redução da atenção no casal, e
- Emergência de conflitualidade pelo aumento da ansiedade interpessoal e pelas frustrações quanto às expectativas dos supostos papéis de cada um.
Para enfrentar estas dificuldades, se sentidas, e não transformar o sonho da maternidade num prenúncio de falência do casamento, imputando, mesmo que “inconscientemente”, as culpas ao bebé, com todas as consequências prejudiciais daí advindas, é necessário que o casal compreenda a natureza das contrariedades que defrontam e procure o conhecimento, o entendimento e a determinação para lhes resistir. Este pacote de competências pode e deve ser procurado no bom senso individual, na reserva de perseverança que a decisão de serem pais deveria ter edificado e, a par do aconselhamento dos mais próximos com experiências semelhantes, num apoio psicológico especializado.

Por simples dedução poderá verificar-se que o hipotético casal de pais do início da prosa, com muitas ou poucas crises relacionais por causa do nascimento dos seus filhos, conseguiu chegar... a “ netos”. E, certamente, gostariam de transferir para a descendência, integrada na memória histórica, a “arte” de vencer os conflitos no casal – fossem eles despertados, ou não, pelo advento de um bebé. Mas isso é quase uma impossibilidade, porquanto existe uma miríade de factores, uns aleatórios, como a personalidade da própria descendência e a natureza dos cônjuges, e outros, mais dependentes da conjuntura afectiva, social e económica em que a prole seja gerada, com especial relevo para a qualidade da sintonia no desejo de serem pais.

De qualquer modo aceita-se aqui que a história familiar dos pais possa ter alguma influência na história familiar dos filhos: se há, para o bem e para o mal, uma importante reprodução afectiva, cultural e económica nas famílias, os valores e princípios envolvidos na gestão dos afectos também se reeditam.

E, entre eles, o modo como lidar com os filhos e os embaraços que lhes estão associados pode ter um papel fundamental no casamento. Não será de descurar, portanto, neste particular, o ditado: Casa de pais, escola de filhos.

Os casamentos são à prova de bebés? É bom que assim seja, mesmo que para que isso suceda se tenha que lutar com algum ardor em batalhas que não eram, de todo, antes imaginadas. Até porque é muito importante que os bebés que vêm ao mundo se sintam, eles sim, à prova de casamentos!

Dr. Marcelino Mota

Sexólogo
Colaborador do Portal dobebe.com

in http://www.dobebe.com/familia/53/1219-os-casamentos-sao-a-prova-de-bebes.html

6 de julho de 2009

Parabéns amiga!


Na passada 5ª feira, dia 2 de Julho, a minha amiga de sempre casou-se...

Foi a concretização de um sonho de toda a vida a que eu assisti e tive o prazer de ajudar em muitos dos preparativos.
Foi uma cerimónia linda e muito emotiva.

Minha amiga, só te quero deixar aqui uma mensagem, neste meu cantinho, de muitos parabéns e desejos de mtas felicidades!

E também quero dizer-te um Obrigada! por me teres deixado participar tão activamente neste dia tão importante e que foi muito especial também para mim!

Beijinhos muito grandes e toda a felicidade do mundo!

26 de abril de 2009

1 ano depois...


É verdade, já se passou um ano do meu dia de princesa!
Um dia lindo, cheio de alegrias e emoções, rodeada por todas as pessoas mais importantes da minha vida...
Um dia para jamais esquecer...
Foi, sem dúvida, o dia em que me senti mais completa em toda a minha vida...
Foi o dia onde eu e o meu maridinho juramos amor e fidelidade para sempre, nos bons e maus momentos, o dia vivido mais intensamente!
Para além dos amigos e familiares que se deslocaram até à bonita aldeia de Coriscada para assistirem ao nosso momento...
Após tantos anos pude reunir todos os membros da minha família, meu Pai, minha Mãe, Luigi, Avós, Padrinhos, Tios e Primos...
Por todos os sentimentos, por todas as emoções, por tudo... foi o dia mais maravilhoso da minha vida!