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19 de janeiro de 2010

Vacina da Gripe A


Hoje foi dia de pica à Mamã!

E assim tanto a Mãe como o bebé já estamos protegidos contra os bichos maus da gripe suína!

A vacina estava marcada para as 12h30, no Catus de Odivelas, assim que chegámos fomos atendidos por uma enfermeira muito simpática que perguntou sobre o nosso bebé, sexo, etc.

Depois dirigiu-se a mim com a seringa na mão e eu a brincar disse "Ai, ai, ai!" - mesmo a brincar porque ainda vinha longe!

Começamo-nos a rir e nem senti a picada.

Depois ficámos 10 minutos sentados a aguardar alguma reacção e nada, tudo normal!

Indicações:
- gelo no caso de inchar (que é normal)
- ben-u-ron no caso de fazer febre (que também é normal, embora menos frequente)
- caso faça diarreia, vómitos, ou mau estar ligar para o Centro de Saúde

23 de novembro de 2009

Gripe A e vacina

Amigos,

Nos últimos dias temos sido invadidos por notícias de mortes fetais após a toma da vacina da Gripe A.
Como a comunidade médica tem defendido, as mortes fetais ocorridas não estão relacionadas com a vacina, pois todos os dias, infelismente, há mamãs que perdem os seus bebés.

No fórum onde participo encontrei esta mensagem da Presidente de uma Associação que apoia quem passa por esta dor e achei importante divulgá-la.

Espero que, em breve, os nossos noticiários deixem de ser abertos com notícias falsas e que só servem para provovar pânico, principalmente nas pessoas que pertencem a grupos de risco!
Já é tempo de termos um serviço de nformação no qual possamos confiar!

Os últimos acontecimentos relacionados à vacina H1N1 (gripe A) e a as mortes fetais ocorridas, têm provocado em mim vários sentimentos contraditórios, mas sobretudo uma enorme consternação por perceber que o papel da comunicação social não é, de todo, o mais esclarecedor, provocando, inclusive, o pânico e o alarmismo ao redor de um assunto que existe há muitos anos: morte fetal.

Todos os dias morrem bebés, todos os dias se verificam em Portugal mortes fetais e que me desculpem, mais uma vez os mídia, mas são muitas mais que 1 por dia.
Em Portugal, desde há pelo menos 7 anos, vivencio esta realidade na associação e gostava de sublinhar que, neste caso, sem a interferência de qualquer tipo de vacina.

Esclareço, portanto, que a morte fetal tem acontecido a muitas famílias ao longo de muito tempo e nem por isso, algum dia, pude perceber este interesse e até admiração por acontecer a morte de bebés às 34, 37 ou 30 semanas de gestação.
Mais u ma vez lamento que se para falar de algo realmente grave, como o é a morte prematura de um bebé que se carrega no ventre, se tenha que manipular factos, acontecimentos e emoções da população em geral.
Gostava de observar esta preocupação de forma gratuita, isto é, preocupação apenas e só com MORTE FETAL, independentemente de esta estar relacionada ou não a factores socioeconómicos, muito especificamente com a comercialização, neste caso, de uma vacina.
Gostava de perguntar se algum dia a morte fetal ocupou as agendas de assunto necessário dos nossos profissionais de saúde e governo instituido como um problema de saúde pública, porque, afinal, é isso que ela também é - um assunto de saúde pública.
Em 2007 verificamos 11.200 casos de Perda Gestacional nos nossos hospitais públicos, excluídos os privados, por dificuldade da Direcção Geral de Saúde os obter. Será este número (muito longe dos valores reais) tão irrisório que mereça ser desprezado?

Nã o me parece ! ... mas a verdade é o que tem acontecido, ser ignorado.

Aproveito esta minha mensagem à sociedade que nos lê, para alertar de forma muito objectiva que todos os dias irão continuar a morrer bebés no ventre de mães, que a morte fetal não é apenas circunstâncial, existe, é um drama actual que deverá começar por ser olhado e sentido como uma realidade nua e crua.
Não se espantem e verbalizem afirmações do género "outro bebé que morreu!", não ... não se espantem assim tanto, porque infelizmente, quando todos nós andamos a passear, a sociabilizar, a ocupar a nossa atenção com outros assuntos polémicos, este continuará a persistir, mesmo depois de todos se esquecerem desta "terrível" vacina e destas mortes fetais vindas a público.
Não permitam que a sociedade vos tome por ignorantes nesta matéria, é como tenho sentido ultimamente o que os mídia tentam fazer, tomar-nos por ignorantes, quando manipulam este drama, fazendo-o parecer "coisa rara" .

Lembrem-se ainda que estes pais continuarão a sofrer, mesmo quando todos nós acharmos que afinal, morte fetal, só acontece aos outros e a quem recebe a H1N1.

Manuela Pontes

Presidente da associação Projecto Artémis

www.associacaoartemis.com

10 de agosto de 2009

Gripe A

Queridos amigos,


Muito se tem falado da gripe A e dos seus sintomas, mas encontram-se poucos esclarecimentos sobre as diferenças entre os sintomas de uma gripe normal e os da Gripe A, por isso, decidi enviar-vos este quadro que encontrei.


bjs


4 de maio de 2009

Caso de Gripe A confirmado em Portugal


Pois é, a Gripe A, ou Gripe suína chegou a Portugal.



A ministra da Saúde, Ana Jorge, confirmou hoje em conferência de imprensa que a mulher que estava a ser analisada em Portugal tem mesmo Gripe A. No entanto, já não há risco de contágio.

Ana Jorge confirmou que a portuguesa de 31 anos, residente em Lisboa, que se suspeitava ter o vírus H1N1 ou vírus da Gripe A, está mesmo infectada. A família da senhora foi examinada e não tem, segundo a ministra, quaisquer sintomas de ter contraído vírus.

As análises, que chegaram hoje de um laboratório de Londres certificado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), confirmaram a presença do vírus H1N1, mas segundo a ministra, já não existe risco de contágio.

A ministra disse ainda que todas as pessoas com quem a mulher contactou estão identificadas, em particular aquelas com quem terá estado no avião de regresso a Portugal. Neste momento, a senhora cumpre as medidas recomendadas para evitar o contágio e não houve necessidade de recorrer a medicamentos antivirais para recuperar.

O Instituto Ricardo Jorge, onde as primeiras análises foram feitas, não possuía uma colheita do vírus da Gripe A e, por isso, as amostras tiveram de ser enviadas para Londres. A OMS deverá enviar ainda hoje colheitas para que novos casos possam ser identificados em Portugal.

Segundo a ministra, "a existência de um caso confirmado em Portugal não representa um caso imprevisto", uma vez que a portuguesa que contraiu o vírus estava nas circunstâncias favoráveis ao contágio: esteve no México, o país onde existe um foco de Gripe A. Outra das circunstâncias favoráveis ao contágio é o contacto com pessoas de áreas onde existam focos do vírus H1N1.

A ministra voltou a frisar a que "as medidas adoptadas em Portugal estão de acordo com o definido pela OMS" e que, perante sintomas imprevistos de gripe ou contacto com as áreas afectadas, o melhor a fazer é contactar a linha Saúde 24 (800 24 24 00), onde profissionais de saúde podem aconselhar e encaminhar os utentes.

Ana Jorge agradeceu à senhora infectada com o vírus o seu "comportamento de grande civismo" e a "prova de cidadania" que deu, por se ter submetido por livre vontade a uma situação de quarentena, "limitada à sua habitação até à alta clínica", para não contagiar outras pessoas.

in Diário de Notícias