| É natural que o primeiro instinto de um homem quando se torna pai seja o de ter o seu próprio pai como modelo de conduta, fazendo com que este assuma um novo significado na sua vida. Mas as coisas não têm de ser forçosamente assim ou assim podem não funcionar.
É bom que o homem tenha a sua própria ideia do que é ser um bom pai e que sinta vontade de trabalhar arduamente para o conseguir. Quer ele se apoie na experiência que teve com o seu próprio pai, com os seus tios, professores, com os seus irmãos, etc, a verdade é que tem de ser ele a moldar-se a si mesmo e construir a sua identidade como pai. Não há modelos tipo de pai e as diversas culturas encaram a paternidade de maneiras diferentes. Para os nossos pais a noção de ser um bom pai passava por poder providenciar pela alimentação dos filhos, dar-lhes uma casa, poder mandá-los para a escola e pouco mais.
Para o pai de hoje não basta isso. Torna-se necessário passar tempo de qualidade com o seu filho, conversar com ele, ensinar-lhe as coisas que ele não aprende na escola, enfim, explorar todo um mundo de possibilidades. Os nossos pais fizeram o que acharam que deviam fazer e nós devemos fazer o mesmo, adequando as nossas escolhas à família e à sociedade em que estamos integrados. |
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