30 de novembro de 2009

11 semanas de borboleta

O seu corpo:

É bem provável que esta semana sofra de dores de cabeça. Está provado que devido às hormonas, as mulheres grávidas sofrem fortes dores de cabeça. E ver-se livre dela pode tornar-se uma tarefa algo complicada.
Paracetamol ou acetaminofeno são seguros de tomar na gravidez, e deve evitar o ibuprofeno. Se não quer decorrer às drogas experimente fazer exercícios de relaxamento ou use compressas frias.
Procure ajuda junto do seu médico se não sentir alterações.
Poderá notar algumas diferenças no que toca a cabelo e unhas: crescimento e fortalecimento.

Dentro da barriga:

Enquanto que todos os orgãos vitais já estão formados e a funcionar correctamente, continuam a desenvolver outras partes do seu corpo: as unhas formam-se, as orelhas crescem, a zona dos olhos desenvolve-se melhor.
O sangue circulará entre o bebé e o útero.
O bebé começará a mexer-se.

Atenção: ainda não é possível saber o sexo do bebé. Terá de esperar mais umas semanas.

Beber leite e água nesta fase é muito muito importante. O calcio vai fortalecer a estrutura ósse, a sua e a do bebé.

Vida de grávida:


Comece a registar o crescimento da sua barriga. Podem surgir situações engraçadas e gostará de ver isso gravado.

Ao pai:

Procure um tempo para si. Vá ao ginásio, divirta-se com os seus amigos. Mas quando chegar a casa surpreenda a sua mulher, com a sua atenção, uma prenda, e palavras meigas.

27 de novembro de 2009

BA 2

Na mensagem abaixo coloquei o anúncio da campanha do Banco Alimentar.

No fim as datas que aparecem são a última campanha, por isso, venho relembrar que a próxima é este fim-de-semana, dias 28 e 29 de Novembro.

Participem, por pouco que seja, é uma ajuda!

Banco Alimentar

Apoie esta causa!

Um simples gesto que vai ajudar as muitas, e cada vez mais, pessoas carenciadas do nosso país!

Não se esqueça, é já este fim-de-semana, mais uma recolha de alimentos não perecíveis para o Banco Alimentar Contra a Fome da sua zona de residência, em qualquer hiper ou supermercado perto de si!

Participe!

Os novos papás


Os tempos mudaram e a prova disso é que a paternidade assume um papel cada vez mais activo e assumidamente mais importante na sociedade. O homem deixou de ser apenas o sustento da família, passando a ocupar-se de tarefas directamente relacionadas com a casa e com o recém-nascido. Incluindo a mudança das fraldas.


O impacto emocional


Ser pai deve ser um dos momentos mais excitantes na vida de um homem. No entanto, as suas emoções tendem a ser subestimadas não só pela companheira (também ela a braços com uma infinidade de sentimentos), como pelos restantes familiares.


Trata-se de uma situação, no mínimo, injusta. Embora a experiência de ter um filho seja vivida internamente pela mulher e externamente pelo homem, este não deve ser encarado como um mero observador (“outsider”) em todo o processo da gravidez.


O apoio do homem é vital para o equilíbrio emocional da mulher que, em retribuição, também deve tentar compreender os sentimentos do companheiro que, se de início estão relacionados com a alegria e excitação, ao longo da gravidez tendem a ganhar a forma de receios e preocupações.


Neste âmbito, uma das maiores dores de cabeça do homem prende-se com os encargos financeiros inerentes ao crescimento da família. Apesar dos tempos serem outros, o homem continua a sentir a obrigação de contribuir mais afincadamente para o sustento da casa. Com a chegada de um novo elemento, essa contribuição ganha um novo peso, sobretudo se a mulher decidir deixar o emprego para cuidar do bebé.


Aquilo que o homem deve tentar fazer é evitar preocupar-se demasiado e tentar desfrutar ao máximo a experiência da paternidade que, ao contrário do que dizem as más-línguas, em nada fica atrás da maternidade.


Os laços entre pai e bebé


Os pais de hoje estão (quase) completamente rendidos às tarefas relacionadas com o tratamento do recém-nascido.


Por exemplo, dar banho ao bebé, mudar as fraldas ou adormecê-lo deixaram de ser funções exclusivas da mãe para passarem a ser partilhadas com o pai. E o interessante nisto é que, além de terem aprendido a fazê-lo e bem, os homens começam a apreciar estes pequenos momentos.

A intervenção mais activa da figura masculina no papel de pai faz com que haja um fortalecimento dos laços entre este e o filho. Uma situação que, até há uns anos atrás, era encarada como algo perfeitamente dispensável e, se fosse caso disso, compensada pela presença da mãe.


Mas chegou-se à conclusão que a mãe não pode valer por dois. Está provado que a figura do pai é essencial para o equilíbrio emocional e psicológico da criança, independentemente do bom trabalho desenvolvido pela mulher. O mesmo acontece quando a criança é educada sem a presença activa da mãe e apenas com a intervenção paterna.

Em suma, o ideal e caso a vida o permita, é o bebé ser criado conjuntamente pela mãe e pelo pai, numa partilha justa de funções e encargos.


A relação entre o casal


Nem sempre é fácil para o homem compreender as alterações de humor da companheira grávida de cinco meses. Nem a sua irritabilidade ou choro compulsivo e sem motivo aparente.

Pode não compreender, mas convém estar prevenido. O homem deve começar quanto antes a ler sobre a gravidez e a maternidade. Desta forma, aprende a identificar as alterações físicas e emocionais por que passam as mulheres que esperam um filho.


Feita esta aprendizagem inicial, o homem deve esforçar-se por compensar a companheira, aliviando-a na realização das tarefas domésticas – lavar a louça, limpar o pó, arrumar a roupa – e prestando-lhe todo o apoio moral necessário.


Dialogar. O casal deve esforçar-se por conversar acerca de todos os aspectos susceptíveis de criar mal-entendidos entre ambos, tanto na fase pré como no período pós-nascimento.

Ter um filho, entendida como uma decisão planeada em conjunto, deve servir para fortalecer os laços que unem os cônjuges e não para deteriorá-los. Para tal, é preciso que tanto a mulher como o homem se comprometam a fazer do nascimento do filho a fase mais bonita das suas vidas. E isso não é nada complicado.

Os mitos da paternidade



Ser um bom pai é concerteza um desejo comum à maior parte dos homens. Mas a verdade é que ainda, nos dias de hoje, existem alguns sentimentos não verbalizados sobre o significado de ser pai. Conheça-os para melhor lidar com eles.

Não são só os sentimentos da futura mãe que contam

A preocupação e o desejo de que tudo corra pelo melhor e a ansiedade que se vai apoderando de ambos os membros do casal à medida que se aproxima a hora do parto deixam pouco tempo ao futuro pai para se aperceber e reflectir sobre os seus próprios sentimentos durante todo o processo, mas a verdade é que se a atenção e os cuidados dispensados à parceira são essenciais, também o são os sentimentos do futuro pai em relação a todas as mudanças que a partir de agora marcarão a sua vida.

É fácil ficar entusiasmado com a notícia de vir a ser pai, como também é fácil demonstrar alegria e pensar, numa primeira fase, nos aspectos positivos da paternidade. O que se torna, na maior parte das vezes, mais difícil é falar sobre os aspectos, igualmente importantes, da insegurança, do medo e da apreensão que a notícia da gravidez “descarregou” sobre o futuro pai.

De imediato surgem as dúvidas: Posso continuar a dedicar-me ao trabalho e ser o pai que sempre pensei vir a ser? Vou poder fazer face às exigências financeiras que ter um filho acarreta? Será que vai correr tudo bem? A nossa relação vai alterar-se por completo? Conseguirei assistir ao parto? Estas dúvidas, legítimas, devem ser verbalizadas e transmitidas à mulher porque ela quer saber e estar a par dos sentimentos do parceiro. O facto de não querer aumentar as preocupações da sua parceira não pode servir de desculpa para o homem não exteriorizar os seus pensamentos e angústias.

Esta é a altura de fortalecer a relação e a confiança um no outro. Pode ajudar a circunstância de haver outros pais por perto (presentes ou futuros) e com quem o futuro pai possa conversar. Ler sobre o assunto também contribui para um maior esclarecimento e pode ajudar o homem a compreender que exprimir sem receio tanto a sua alegria como a sua vulnerabilidade o preparam para a nova tarefa: ser pai.


Os homens também sabem cuidar dos filhos



Tanto os pais como as mães sabem cuidar dos seus filhos e dizer-se o contrário é contribuir para o afastamento do pai durante os primeiros meses de vida do bebé e fazer aumentar na mãe a ansiedade e receio de ter de fazer tudo sozinha ou de deixar o pai sozinho com o bebé quando tal se revelar necessário.

Cuidar de um bebé, suprir as suas necessidades, mantê-lo confortável e enfim, ser um bom pai ou uma boa mãe, é algo que se aprende com a experiência e confiando no instinto. É normal que as primeiras vezes que muda uma fralda, prepara o biberão ou o banho ou tente vestir o bebé não o faça da melhor forma ou com facilidade, mas o tempo e a prática tudo ajudam a ultrapassar. Tanto o instinto maternal como o paternal tem de ser ajudado com a experiência e quanto mais tempo passar a cuidar do bebé, mais sensível ficará o pai às suas necessidades.


O sucesso profissional não é incompatível com a vida familiar



O homem cresce e é educado a encarar a profissão como a principal forma de se realizar, impôr e de ter valor. Infelizmente ainda se encontra enraizada na sociedade a convicção de que tirar algum tempo para se dedicar à família em crescimento é uma desculpa para uma fraca prestação profissional. Normalmente os homens que têm a coragem de abrandar o seu ritmo de trabalho para se dedicarem à mulher e aos filhos são conotados como “falhados”. O sacrífício de abandonar ou suspender a carreira não é visto como tal, mas como sinónimo de fracasso profissional.

Felizmente este estado de coisas começa a mudar. Os homens começam a sentir e a dar significado à palavra Pai, o que faz com que cada vez mais troquem a sua carreira pelo tempo que podem passar com a sua família e porque, acima de tudo, sentem-se realizados com isso. Eles começam a aperceber-se de que ser um bom pai é uma das grandes conquistas e realizações da vida.


O pai de hoje pode e deve ser diferente do seu próprio pai


É natural que o primeiro instinto de um homem quando se torna pai seja o de ter o seu próprio pai como modelo de conduta, fazendo com que este assuma um novo significado na sua vida. Mas as coisas não têm de ser forçosamente assim ou assim podem não funcionar.

É bom que o homem tenha a sua própria ideia do que é ser um bom pai e que sinta vontade de trabalhar arduamente para o conseguir. Quer ele se apoie na experiência que teve com o seu próprio pai, com os seus tios, professores, com os seus irmãos, etc, a verdade é que tem de ser ele a moldar-se a si mesmo e construir a sua identidade como pai. Não há modelos tipo de pai e as diversas culturas encaram a paternidade de maneiras diferentes. Para os nossos pais a noção de ser um bom pai passava por poder providenciar pela alimentação dos filhos, dar-lhes uma casa, poder mandá-los para a escola e pouco mais.

Para o pai de hoje não basta isso. Torna-se necessário passar tempo de qualidade com o seu filho, conversar com ele, ensinar-lhe as coisas que ele não aprende na escola, enfim, explorar todo um mundo de possibilidades. Os nossos pais fizeram o que acharam que deviam fazer e nós devemos fazer o mesmo, adequando as nossas escolhas à família e à sociedade em que estamos integrados.


Os recém-nascidos precisam tanto do pai como da mãe


Os laços fortíssimos que prendem um bebé à sua mãe, especialmente se esta amamenta, podem levar o homem a interrogar-se sobre o seu verdadeiro papel dentro da família. Porém tanto o bebé como a mãe precisam dele por perto.

Para o bebé o facto de poder ouvir a voz e estar ao colo do pai representam bem estar e segurança. Ele sente a sua presença e gosta que lhe pegue ao colo, que o embale, que fale para ele e a melhor altura para o fazer é depois do bebé comer porque estará mais atento aos seus carinhos e brincadeiras.

Hoje em dia também é possível ao pai alimentar o bebé com o leite materno e assim interagir com ele durante a refeição. Utilizando uma bomba saca-leite a mulher pode encher o biberão com o seu próprio leite e deixar que seja o pai a alimentar o bebé, dando-lhe assim a oportunidade de passar mais tempo com ele. Por outro lado e mesmo que o pai não ajude nas refeições do bebé pode ajudar a sua parceira preparando as refeições para ambos, arrumando a casa, cuidando da roupa e vigiando o bebé para que ela possa ter algum descanso. Pode ainda ajudar no banho e na mudança das fraldas. Há uma série de tarefas a realizar e a ajuda do homem é imprescindível tanto para a mãe como para o bebé.

26 de novembro de 2009

Tão fofos

Não são lindos?!

Mais um pouco de Natal

beijinhos

rastreio 1º trimestre


Durante uma pesquisa na internet, encontrei este estudo explicativo do rastreio do 1º trimestre de gravidez.
Deixo aqui o resumo e a introdução do mesmo apenas para ficar a indicação do que é analisado.
Deixo também o link do estudo completo.

Resumo

Um efetivo rastreio para anomalias cromossômicas pode ser realizado no primeiro trimestre da gestação. A associação entre a transluscência nucal (TN) e as concentrações séricas maternas da fração β-livre da gonadotrofina coriônica
humana e da proteína plasmática-A associada à gestação pode identificar 90% dos fetos com trissomia do cromossomo 21 e outras anomalias cromossômicas, com uma taxa de falso-positivo de 5%. Esses números são superiores aos obtidos pelo rastreio utilizando-se apenas a idade materna (30%) ou o rastreio bioquímico materno, no segundo trimestre da gestação (65%). Um rastreio mais eficaz, no primeiro trimestre, pode ser atingido por meio de uma avaliação ecográfica em dois tempos, dividindo-se as pacientes em grupos de alto, intermediário e baixo risco. No grupo de alto risco, o diagnóstico invasivo estaria indicado, ao contrário do grupo de baixo risco, no qual a presença de uma anomalia seria pouco provável. No grupo de risco intermediário (risco de 1 em 101 a 1 em 1.000), seria oferecida uma
segunda avaliação ecográfica, para posicionar a paciente no grupo de alto ou baixo risco (presença/ausência do osso nasal ou presença/ausência da regurgitação tricúspide ou presença/ausência de alteração do fluxo sangüíneo no ducto venoso). A biópsia de vilo corial estaria indicada quando, após a realização da segunda abordagem, o risco ajustado da paciente se tornasse maior ou igual a 1 em 100. Essa segunda abordagem ecográfica deveria ser realizada por pessoal treinado, e os seus resultados deveriam ser constantemente avaliados, como um controle de qualidade. Esse processo foi estabelecido pela Fetal Medicine Foudation e aceito internacionalmente.

Introdução
O diagnóstico pré-natal das anomalias cromossômicas é possível com a utilização de testes invasivos como a biópsia de vilo corial, a partir da 11a semana, ou a
amniocentese, a partir da 16a semana. Entretanto, visto que o risco relativo de aborto com estas intervenções diagnósticas é cerca de 1%1, tanto para as pacientes submetidas à biópsia de vilo corial quanto para as pacientes submetidas à amniocentese, o diagnóstico invasivo fica reservado apenas para as pacientes com elevado risco de que o feto seja portador de cromossomopatia.
O tradicional método de rastreio para as anomalias cromossômicas é a idade materna. Utilizando-a como método de rastreio, cerca de 5% da população deverá ser submetida a um diagnóstico invasivo para confirmação do cariótipo, identificando aproximadamente 30% dos fetos portadores da trissomia do 21. Por outro lado, sabe-se que a combinação entre idade materna, ecografia e rastreio dos marcadores bioquímicos séricos maternos, realizada entre a 11a e a 13a semana de gestação,
identifica 90% dos fetos portadores da trissomia do 21 e de outros defeitos cromossômicos maiores, sendo necessário submeter, portanto, menos de 3% da
população a diagnósticos invasivos.
Com o avanço da idade materna, aumenta também o risco do feto de ser portador de uma anomalia cromossômica.
Os fetos portadores de anomalias cromossômicas apresentam um risco maior de óbito intra-útero espontâneo do que os fetos cromossomicamente normais3-5.
Dessa forma, o risco de uma paciente estar grávida de um feto portador de uma anomalia cromossômica diminui com o avanço da idade gestacional (Tabela 1)3-5.
Na trissomia do cromossomo 21, os índices de morte fetal entre a 12a e a 40a semana estão em torno de 30%.
Nas trissomias do 18 e 13, os índices de morte fetal entre a 12a e a 40a semana de gestação podem chegar a 80%4.
A concepção de embriões com constituição cromossômica 45 X é mais rara do que a concepção de embriões portadores de trissomias, e sua ocorrência não está relacionada com a idade materna. A prevalência está em torno de 1/1.500 na 12ª semana gestacional e em 1/4.000 na 40a semana da gravidez. A poliploidia afeta cerca de 2% das gestações, entretanto, é altamente letal e de ocorrência extremamente rara em nascidos vivos. A sua prevalência é de 1/2.000 na 12a semana e de 1 em 250.000 no termo da gravidez4.
O risco individual de cada gestante de ter um feto portador de uma anomalia cromossômica pode ser calculado, mas para isso é necessário levar em consideração o
seu risco basal (inicial), o qual depende da idade materna, da idade gestacional e da história prévia de anomalias cromossômicas2. Após esta determinação inicial, este
risco basal deve ser multiplicado por uma série de fatores de correção, que dependem do resultado dos diferentes testes de rastreamento realizados durante a gravidez.
Toda vez que um teste de rastreamento é realizado, o risco basal é multiplicado pelo fator de correção desse teste e um novo risco é obtido. Esse então passa a ser o risco basal para o próximo teste2.

O que é analisado:
- Marcadores séricos bioquímicos maternos
- Marcadores ultra-sonográfi cos no primeiro trimestre
- Transluscência nucal
- Osso nasal ausente ou hipoplásico
- Regurgitação da tricúspide fetal
- Fluxo venoso anormal no ducto venoso
- Ângulo frontomaxilofacial

Trabalho realizado no Harris Birthright Research. Center for Fetal Medicine, King’s College, London University – London, UK.

Para ler o estudo completo:
http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v29n12/a08v2912.pdf

25 de novembro de 2009

É daqui a 1 mês

E como o Natal está quase a chegar, venho deixar-vos um vídeo com os nossos companheiros de infância da Disney.

Inspirem-se, é já de hoje a 1 mês... está na altura de começar as compras de Natal!

Merry Chirstmas to everyone!

23 de novembro de 2009

Gripe A e vacina

Amigos,

Nos últimos dias temos sido invadidos por notícias de mortes fetais após a toma da vacina da Gripe A.
Como a comunidade médica tem defendido, as mortes fetais ocorridas não estão relacionadas com a vacina, pois todos os dias, infelismente, há mamãs que perdem os seus bebés.

No fórum onde participo encontrei esta mensagem da Presidente de uma Associação que apoia quem passa por esta dor e achei importante divulgá-la.

Espero que, em breve, os nossos noticiários deixem de ser abertos com notícias falsas e que só servem para provovar pânico, principalmente nas pessoas que pertencem a grupos de risco!
Já é tempo de termos um serviço de nformação no qual possamos confiar!

Os últimos acontecimentos relacionados à vacina H1N1 (gripe A) e a as mortes fetais ocorridas, têm provocado em mim vários sentimentos contraditórios, mas sobretudo uma enorme consternação por perceber que o papel da comunicação social não é, de todo, o mais esclarecedor, provocando, inclusive, o pânico e o alarmismo ao redor de um assunto que existe há muitos anos: morte fetal.

Todos os dias morrem bebés, todos os dias se verificam em Portugal mortes fetais e que me desculpem, mais uma vez os mídia, mas são muitas mais que 1 por dia.
Em Portugal, desde há pelo menos 7 anos, vivencio esta realidade na associação e gostava de sublinhar que, neste caso, sem a interferência de qualquer tipo de vacina.

Esclareço, portanto, que a morte fetal tem acontecido a muitas famílias ao longo de muito tempo e nem por isso, algum dia, pude perceber este interesse e até admiração por acontecer a morte de bebés às 34, 37 ou 30 semanas de gestação.
Mais u ma vez lamento que se para falar de algo realmente grave, como o é a morte prematura de um bebé que se carrega no ventre, se tenha que manipular factos, acontecimentos e emoções da população em geral.
Gostava de observar esta preocupação de forma gratuita, isto é, preocupação apenas e só com MORTE FETAL, independentemente de esta estar relacionada ou não a factores socioeconómicos, muito especificamente com a comercialização, neste caso, de uma vacina.
Gostava de perguntar se algum dia a morte fetal ocupou as agendas de assunto necessário dos nossos profissionais de saúde e governo instituido como um problema de saúde pública, porque, afinal, é isso que ela também é - um assunto de saúde pública.
Em 2007 verificamos 11.200 casos de Perda Gestacional nos nossos hospitais públicos, excluídos os privados, por dificuldade da Direcção Geral de Saúde os obter. Será este número (muito longe dos valores reais) tão irrisório que mereça ser desprezado?

Nã o me parece ! ... mas a verdade é o que tem acontecido, ser ignorado.

Aproveito esta minha mensagem à sociedade que nos lê, para alertar de forma muito objectiva que todos os dias irão continuar a morrer bebés no ventre de mães, que a morte fetal não é apenas circunstâncial, existe, é um drama actual que deverá começar por ser olhado e sentido como uma realidade nua e crua.
Não se espantem e verbalizem afirmações do género "outro bebé que morreu!", não ... não se espantem assim tanto, porque infelizmente, quando todos nós andamos a passear, a sociabilizar, a ocupar a nossa atenção com outros assuntos polémicos, este continuará a persistir, mesmo depois de todos se esquecerem desta "terrível" vacina e destas mortes fetais vindas a público.
Não permitam que a sociedade vos tome por ignorantes nesta matéria, é como tenho sentido ultimamente o que os mídia tentam fazer, tomar-nos por ignorantes, quando manipulam este drama, fazendo-o parecer "coisa rara" .

Lembrem-se ainda que estes pais continuarão a sofrer, mesmo quando todos nós acharmos que afinal, morte fetal, só acontece aos outros e a quem recebe a H1N1.

Manuela Pontes

Presidente da associação Projecto Artémis

www.associacaoartemis.com

10 semanas

A Mãe:

A fase da náusea pode ter acabado mas começou a montanha russa de emoções.


Sentir-se triste, zangada e feliz no espaço de 1 minuto é um estado completamente natural na gravidez. São as hormonas a falarem mais alto.
Se sentir muito deprimida deverá falar com o seu médico, pode estar com uma depressão pré-natal.

Exercício físico e cuidados especiais na alimentação podem ser muito úteis para controlar esses sentimentos mais depressivos.


Dentro da Barriga:

A partir desta semana o embrião torna-se um feto, assim como o conhecemos: começam a crescer os dedos das mãos e dos pés, formam-se as orelhas, assim como as gengivas. O cérebro ganhará 25 mil neurónios por minuto. Começa a produzir urina.
Se for rapaz, irá começar a produzir muita testosterona.

Pesa apenas 4 gramas.

Vida de Grávida

Preparar o quarto do bebé.
Comece a pensar na decoração do bebé.

Limpe o futuro quarto, faça esboços de decoração, pinte as paredes (o cheiro ainda não produz qualquer efeito prejudicial no feto).

Procure uma cadeira confortável de que goste para colocar no quarto. Vai passar lá um bom bocado quando o bebé nascer.


Ao pai pede-se que apoie a mãe, seja carinhoso e compreensivo com as mudanças de humor. Dê-lhe atençao mas, quando necessário, dê-lhe espaço. Tenha cuidado com o diz e como o diz, não queira magoar a mulher.
Se tem algum medo ou desejo, partilhe-o. Não guarde para si.

Um susto que ja passou...

Temos estado um pouco afastados do nosso blog porque o nosso pequenino decidiu pregar uma partida aos papás.

Durante a semana passada tive uma ligeira perda de sangue e o meu GO aconselhou a ficar de repouso.
E se o médico recomenda repouso, nós repousamos e nada de blog!

Fomos fazer uma nova ecografia para ver como estava o nosso bebé e ele estava óptimo, com o coraçãozinho a bater com muita força!

Foi uma nova oportunidade de olharmos para a nossa borboleta que ja está grandinha!

Ah! Acho que o susto fez os enjoos irem embora. E que não voltem mais!

bjocas a todos

14 de novembro de 2009

Uma lista para 9 meses


Quando percebemos que estamos grávidas, 9 meses parecem uma eternidade, mas olhando para esta lista de tarefas, será que o tempo vai chegar para tudo?!


Mudar e transformar, começar e acabar, pensar, sentir e pressentir. Nove meses parecem muito tempo, mas não se iluda. Há muito a fazer! Deixamos-lhe uma lista para que não se perca nem se esqueça de nada.



Fazer listas

De compras, sobretudo. Mas também de outras coisas (como esta). Listas de mudanças a fazer lá por casa, listas de boas intenções, listas de nomes, listas de berçários a visitar ou de amas a entrevistar, listas e mais listas que transformam os nove meses numa contagem decrescente de tópicos anulados. Ufa!

Fins-de-semana para namorar
Agora que ainda não tem de reservar uma cama extra nem de acordar várias vezes a meio da noite com um choro esfomeado, aproveite para namorar. Se possível fora de casa, pois em casa vai passar os meses que se seguem à gravidez.

Deixar de fumar
Ou melhor, não recomeçar. Na verdade, o ideal é deixar de fumar ainda antes de ficar grávida. Se o fizer, não só aumenta as hipóteses de engravidar como diminui as probabilidades de surgirem vários problemas sérios que comprometem a saúde do bebé.

Escrever um diário
Pode parecer improvável que alguma vez vá esquecer a data em que sentiu os primeiros movimentos do bebé, o que viu e o que sentiu em cada uma das ecografias e todas as peripécias da gravidez. Mas é impossível memorizar tudo. Escrever um diário - que pode ser em forma de blog - é a melhor maneira de poder voltar a lembrar. E não deixe de anotar os sonhos: quase todas as grávidas os têm memoráveis.

Preparação para o parto
Ler muito, inscrever-se numa lista de discussão, conhecer uma doula, inscrever-se em aulas de preparação para o parto ou num workshop intensivo. Por lei, estes cursos estão equiparados às consultas e exames médicos para acompanhamento da gravidez. Se não tem muita disponibilidade fora do trabalho, tem todo o direito de roubar algum tempo semanal ao horário laboral para aprender tudo sobre o parto, mas também sobre a gravidez, o pós-parto e os cuidados ao bebé. Exercitar o períneo é uma das surpresas que a esperam.

Desfazer-se da tralha
Deitar fora o que não interessa e valorizar o essencial. Uma das lições que a maternidade nos traz começa a ser posta em prática logo durante a gravidez. Desfaça-se da tralha acumulada há anos. Uma limpeza de alto a baixo dentro de portas e, se possível, ainda mais interior vai deixá-la verdadeiramente preparada para a nova vida que se aproxima.

Pintar paredes
Quando se arrastam móveis, se deita fora a tralha e se encomenda um berço, o que apetece mesmo e pintar as paredes. Resista à tentação de subir ao escadote. Se não há um «jeitoso» lá por casa, mais vale recorrer a um profissional. Mesmo que a barriga ainda não esteja demasiado proeminente. Os cheiros das tintas são muito pouco recomendáveis para grávidas. Procure as novas tintas criadas para quartos de bebé, que não são tóxicas e reduzem riscos de alergias.

Forrar gavetas
É uma tarefa mais leve do que pintar paredes, é certo, mas, ainda assim, não a deixe para o último mês. As gavetas para guardar a roupa do bebé, lavada e cheirosa, devem estar prontas muito antes. Forrá-las é o primeiro passo. O plástico autocolante exige mais perícia do que o papel, mas é mais higiénico.

Aspirar o carro
Antes do parto, não deixe de providenciar uma lavagem profunda ao seu carro. No interior acumula-se lixo, poeiras, ácaros e muitos outros inimigos públicos da saúde privada. O seu bebé merece ser transportado num carro a cheirar a lavado.

Fazer a mala
Há quem seja surpreendida pelos primeiros sinais de parto sem ter a mala feita. É mais um episódio pitoresco para contar depois, se isso serve de consolação. Mas pense no stress de ter de procurar bodys e cueiros no intervalo das contracções, no desgosto de ver o bebé vestido com cores pouco condizentes no primeiro dia de vida.

Para evitar estas e outras situações eventualmente mais desagradáveis e embaraçosas, faça a mala! Idealmente, aos sete meses. Mas nunca depois dos oito.

Cortar o cabelo
Não convém um corte muito radical: já há demasiadas coisas a mudar no seu corpo para ter de habituar-se ainda a um look novo. Mas é bom dar um corte no cabelo, pois nos meses após o parto vai ter pouco tempo para pensar em si e muitos factores a dar-lhe cabo do ego. Um cabelo descuidado é um dos mais fáceis de prevenir.

Tratar os pés
Ofereça a si própria um serviço de pedicure. Se nunca experimentou, tem nesta altura mais um motivo para o fazer. Este é um pequeno luxo que vai fazê-la sentir-se muito bem.

Olhar para o umbigo
Ele vai estar cada vez mais saído. Goze a barriga, fotografe-a e não se esqueça de aplicar todos os cremes que não só proporcionam bem-estar como ajudam a pele nesta exigência de esticar até ao limite. Faça exercício moderado, uma dieta equilibrada e sinta-se bem nessa pele. Lembre-se: quanto melhor se sentir, melhor se sentirá o bebé.

Comprar roupa interior
Sim, vai ser difícil continuar a usar a sua lingerie habitual. Não só por causa da forma, mas principalmente do tamanho. Deixar de conseguir usar o soutien do costume é um dos primeiros sinais exteriores da sua nova riqueza interior. Não desespere. Há hoje muitas opções de roupa interior para grávida que não a farão sentir-se envergonhada. Pelo contrário, podem mesmo ajudá-la a manter-se sexy durante estes nove meses. Já perto do final do tempo, não se esqueça de comprar dois soutiens de amamentação, pelo menos um número acima daquele que estiver a usar na altura.

Leituras
Se está grávida pela primeira vez, talvez ainda tenha a ilusão de que vai aproveitar a licença de parto para ler todos aqueles livros que estão em lista de espera na prateleira. Deixá-la viver nesse sonho seria fácil, mas pouco honesto. No período pós-parto só há espaço e tempo para dar de mamar, estimular arrotos, mudar fraldas, acalmar cólicas, apaziguar choros, chorar também e pouco mais. O melhor é aproveitar a gravidez para fazer as tais leituras.

Tricot
Pode parecer coisa de outros tempos, mas continua a saber muito bem. É uma actividade terapêutica: descontrai e liberta a cabeça de qualquer stress. Se não tem jeito para os pormenores, opte por uma mantinha.

Fazer contas
Pois é. Esta é a parte menos romântica do assunto, mas é preciso preparar-se para todas as despesas que aí vêm. Informe-se e prepare-se.

Fotografia
Se nunca se dedicou muito a esse assunto, é altura de passar algum tempo a conhecer a sua máquina fotográfica. Se há sorrisos que se repetem, também há momentos que não voltam. Mais vale acertar à primeira, saber evitar olhos vermelhos e rentabilizar as potencialidades do aparelho. Para não entrar em stress porque o flash não disparou quando o seu filho deu os primeiros passos.

Trajecto para o hospital
Confira o melhor trajecto para chegar de sua casa até à maternidade ou hospital onde irá ter o bebé (se possível antes de entrar em trabalho de parto!), e a quem irá ligar. O melhor trajecto pode ser diferente durante o dia, em hora de ponta, ou a meio da noite. Se tudo estiver programado, evita ter de dar indicações a meio de uma contracção ou prolongar a viagem de carro mais tempo do que seria necessário.

Ter esperança na humanidade

É difícil, mas há alguns truques que ajudam: deixar de ver noticiários na televisão é o primeiro passo. Sentir-se mais perto da natureza, aprender técnicas de relaxamento em que evocará boas recordações e sensações de bem-estar e ouvir música são outros prazeres obrigatórios.

13 de novembro de 2009

Uma maçã por dia


... pode diminuir os riscos de o bebé vir a desenvolver asma. Comer peixe oferece protecção para alergias cutâneas.

A maçã é um alimento com com muitas qualidades nutricionais. Por isso, há quem defenda que deve ser consumida numa base diária. A regra parece valer também para as mulheres grávidas, com a vantagens de estarem a rpoteger também a saúde do bebé que vai nascer.

Um estudo recentemente publicado na revista especializada Thorax sugere que quando as mães consumiram assiduamente maçãs durante a gravidez, os filhos têm menor incidência de asma.

Investigadores alemães acompanharam o desenvolvimento de 1253 crianças desde o nascimento até aos cinco anos. A alimentação das mães durante a gravidez foi analisada, bem como a das crianças.

Um dado estatístico interessante foi o de que as mulheres que consumiram mais maçãs - mais de quatro por semana - têm filhos com menos 37 por cento de probabilidades de ter dificuldades respiratórias do que as mulheres que consumiram poucas maçãs durante a gravidez.

No primeiro grupo a probabilidade de os bebés desenvolverem sintomas de asma era 46 por cento menor do que no segundo grupo. Melhor ainda: os bebés do primeiro grupo tinham 53 por cento menos probabilidade de terem um diagnóstico clinicamente confirmado de asma.

A explicação para este aparente efeito protector das maçãs em relação à asma ainda está por descobrir mas os investigadores já lançaram a hipótese de os antioxidantes presentes na maçã.

E o peixe?
As conclusões do estudo sugerem ainda que também o peixe - consumido mais do que uma vez por semana - constitui uma boa prevenção para problemas alérgicos, sobretudo os que se manifestam na pele, como o eczema e dermatite atópica.

Cada vez mais se relacionam problemas de saúde - que surgem na infância ou mesmo na idade adulta - com a alimentação da mãe durante o período de gestação. As alergias não são excepção. Mas é bom saber que a alimentaçao também pode ajudar a preveni-las.

O que evitar
Se está grávida, fazer uma dieta bem variada e equilibrada, com muita fruta e legumes, é o melhor que pode fazer pela saúde do seu bebé. Evitar nozes, amendoins e marisco também parece ser uma boa medida no sentido de prevenir alergias.
Sobretudo em famílias onde há história clínica de problemas alérgicos, vale a pena seguir estes conselhos. Até porque mal não faz e pode, de facto, representar mais saúde para os filhos.

Lista de alimentos proibidos


Atum, salmão, peixe-espada, espadarte...
Os peixes grandes de profundidade acumulam mercúrio metílico, que ingerido em quantidade pela mãe pode prejudicar o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso do bebé. Não quer dizer que não possa comer este tipo de peixes de vez em quando, mas convém limitar o seu consumo. Prefira o peixe mais pequeno.
Quanto ao peixe de rio, também não é muito seguro: pode estar contaminado com alguma bactéria ou agentes químicos.

Peixe e marisco crus
Reduza os riscos de intoxicação alimentar, evitando peixes e mariscos crus ou mal passados. São especialmente vulneráveis à contaminação por vários tipos de bactérias. Fãs de sushi devem fazer um intervalo. As grávidas devem também evitar o marisco cru, incluindo ostras, ameijoas, etc. O marisco pode ser consumido quando bem cozinhado.

Ovos e carne mal passada
A carne mal passada ¿ seja qual for a sua origem - pode conter bactérias ou vírus, um dos quais aquele que provoca a infecção por toxoplasmose. Por isso, se não está imune, evite bifes em sangue, bife tártaro ou outros pratos em que a carne não tenha sido bem passada.
O mesmo acontece com os ovos. Não os consuma com a gema ainda líquida. Sabe muito bem, mas faça um intervalo nesse pequeno prazer. São só alguns meses. De igual forma, evite preparados que contenham ovos crus ou mal passados ¿ é o caso da maionese e outros molhos e de algumas sobremesas.

Queijos moles não pasteurizados
Para evitar o contágio por listeria, evite produtos de origem láctea não pasteurizados (como queijos moles ¿ camembert, brie, feta), queijos com veio azul, o fiambre, os patés frescos (nos de conserva não há riscos), o salmão fumado (não cozinhado) e os vegetais crus que não tenham sido muito bem lavados ou desinfectados.

Sumos de fruta não pasteurizados e vegetais crus mal lavados
Estão mais sujeitos a conter germes, tal como acontece com as saladas que não são bem lavadas. Prefira sumos pasteurizados, ou os naturais feitos em casa, com condições de higiene controladas. Desinfecte bem os vegetais das saladas, deixando-os de molho com vinagre ou com um desinfectante próprio para alimentos.

Café em excesso
Beber um ou dois cafés por dia não tem contra-indicações e até pode ser benéfico para quem tem a tensão arterial demasiado baixa. Isto equivale a 300mg de cafeína por dia, o limite máximo recomendado. Não se esqueça que o chá, bebidas energéticas, refrigerantes tipo cola também entram nestas contas. O excesso de cafeína aumenta o risco de aborto e de baixo peso à nascença.

Álcool
É mais do que conhecido o seu efeito nefasto sobre o desenvolvimento do bebé. Seja cerveja, vinho ou outras bebidas. Prefira uma dieta com zero por cento de álcool, porque não é conhecido um limite de álcool seguro.

Amendoins
Dependendo do historial clínico familiar, o seu bebé terá mais ou menos probabilidades de desenvolver alergias. Mas a forma como se introduzem os alimentos e se fazem os primeiros contactos com as substâncias também terão relevância. Se evitar, durante a gravidez, os alimentos com mais potencial alérgico, estará a reduzir as hipóteses de o seu bebé desenvolver mais tarde alergias. Por isso, no caso de haver caso de alergias a amendoim na família, evite este alimento durante a gravidez e a amamentação. Caso contrário, não precisa de ter esta preocupação.

Adoçante
Se é saudável e costuma usar adoçante, considere a hipótese de substituir por açúcar. Substâncias como sacarina e ciclamato, presentes em alguns adoçantes, são apontadas como potencialmente cancerígenas e associadas a malformações no bebé. Apesar de não haver ainda estudos suficientes para indicar qual a quantidade que será seguro ingerir de forma a não prejudicar o bebé, é sempre melhor prevenir.
Quanto aos adoçantes à base de aspartame, não estão associados a complicações e poderão ser a melhor opção para grávidas com diabetes. Para quem é saudável, o melhor mesmo é fazer uma dieta equilibrada e variada, onde o açúcar pode entrar com moderação.

Ácido fólico previne parto pré-termo


Já há muito que são conhecidas as vantagens de começar a tomar ácido fólico antes de engravidar: diminui a incidência de algumas malformações do tubo neural, como a fenda palatina (ou lábio leporino).

Mas há mais. Investigadores da Universidade do Texas, nos Estudos Unidos, descobriram que tomar suplementos deste nutriente um ano antes de engravidar diminui as probabilidade de vir a ter um parto prematuro. O estudo envolveu 35 mil grávidas.

Verificou-se que no grupo das que tomaram o suplemento de ácido fólico um ano antes da concepção houve uma redução de 70 por cento na incidência de parto pré-termo entre a 20ª e a 28ª semanas e de 50 por cento entre a 28ª e a 32ª semanas.

O parto pré-termo ocorre em cerca de 10 por cento das gestações e até agora não eram conhecidos quaisquer métodos para evitar a ocorrência de nascimentos antes do termo da gestação.

As conclusões foram publicadas na PLoS Medicine.

Grávidas enjoadas, filhos inteligentes

E, se os estudos os indicam, eu não me queixo mais!

Uma boa notícia para grávidas com enjoos: as crianças cujas mães sofreram náuseas durante a gravidez parecem ser, em média, mais inteligentes do que aquelas cujas mães não foram atacadas por esse incómodo.

Num estudo feito no Canadá, foram avaliadas crianças entre os três e os sete anos. Aquelas cujas mães enjoaram obtiveram melhores resultados em certos teste de QI e revelaram melhores capacidades linguísticas e de memória.

No caso das mães que haviam tomado medicamentos para o enjoo, esse facto não fez diminuir os resultados dos filhos. Pelo contrário, essas crianças foram as conseguiram uma média mais elevada nos resultados dos testes.

Assim, podem descansar as grávidas que sofrem de enjoos e têm receio que esse facto venha a condicionar a saúde dos bebés. Pelas conclusões deste estudo, os enjoos não só não afectam as crianças como podem mesmo favorecer o seu desenvolvimento mental e intelectual. Quanto aos medicamentos, também não mostraram efeitos prejudiciais.

No estudo participaram 45 crianças cujas mães tinham sofrido enjoos e tinham sido medicadas para minorar os sintomas, 47 cujas mães tinham sofrido enjoos mas não tinham tomado qualque medicação e 29 cujas mães não tinham sentido náuseas. Todas as crianças tinham um desenvolvimento normal para a idade. Mas os resultados foram claramente superiores nos dois grupos de crianças cujas mães enjoaram e verificou-se mesmo que aqueles cujas mães tinham tido sintomas severos de náuseas eram os que tinham melhores resultados dentro do seu grupo.

Os investigadores avançam por isso a hipótese de que as mesmas hormonas que são responsáveis pelo enjoo possam ser favoráveis ao desenvolvimento cerebral dos fetos.


Os resultados foram publicados no Journal of Pediatrics.

Sinal de uma gravidez saudável
Os enjoos são muito comuns na gravidez e estão relacionadas com as alterações hormonais que ocorrem sobretudo no primeiro trimestre. Como se devem a certas hormaonas que têm um papel importante no desenvolvimento da placenta, há especialistas que defendem que são sinal de uma gravidez saudável. Esta convicção prende-se também com os resultados de alguns estudos que apontam para taxas mais baixas de aborto espontâneo e parto prematuro nas grávidas que sofrem de náuseas e vómitos.
Mas os enjoos não são sempre uma situação benigna. Uma pequena percentagem de grávidas evolui para uma situação de náuseas e vómitos severa e persistente que pode provocar desidratação, subnutrição e perda de peso. Os autores do estudo admitem que este distúrbio possa ter causas diferentes ¿ inclusive psicológicas ¿ dos enjoos normais.

11 de novembro de 2009

O nosso bebé está assim...


Informações retiradas do site www.dobebe.com.

Peso: 1g
Comprimento: 1.0cm
Frequência cardiaca: 127 bpm

Os olhos desenvolvem-se mais – aparece agora uma pigmentação na retina. Os dentes estão a formar-se dentro das gengivas. O coração começa a formar as quatros cavidades.

A pele do feto é tão fininha como um papel e as suas veias são claramente visíveis.
A pontinha de seu nariz está visível e as orelhas e os ouvidos continuam em desenvolvimento.O tronco do corpo do feto está a ficar um pouco mais alongado.Os seus cotovelos estão presentes e os seus braços e pernas estão a alongar-se também. Os dedos ainda não são visíveis mas a sua formação já está sendo encaminhada.

Os intestinos começam a desenvolver o cordão umbilical, na parte exterior do corpo do feto.

O cerebelo começa a formar-se esta semana. É a parte do cérebro responsável pelo movimento dos músculos.

10 de novembro de 2009

Civilização

Queridos,

Deixo-vos este vídeo para reflectirmos sobre o que estamos a ensinar às nossas crianças.

É importante que tenhamos cuidado com as atitudes que mostramos aos mais pequenos pois tudo o que eles nos virem fazer irão repetir quando crescerem, pois para eles serão as atitudes normais a seguir.

Não nos podemos esquecer que somos os modelos que as crianças vão seguir, por isso, no nosso dia-a-dia devemos prestar mais atenção à forma como nos comportamos perante determinadas situações, mesmo quando não temos crianças por perto, pois se interiorizarmos e automatizarmos as nossas melhores atitudes seremos um bom modelo para os mais pequenos.

Vamos ser civilizados e mostrar ao mais pequenos a importância das atitudes mais simples: ajudar um idoso a transportar os sacos de compras, auxiliar um invisual a atravessar a estrada, ou simplesmente, não atirar lixo para o chão.

2 de novembro de 2009

O bebé e a música

Nós estamos a ouvir Enya "Journey of the Angels"...


O feto ainda guarda muitos segredos, mas um dos que já descobrimos é que ele ouve, desde muito cedo. A voz da mãe é o som mais conhecido e pode dizer-se que é música para os seus ouvidos. Mas há boas razões para o pôr a ouvir outros tipos de música.

A música exerce um imenso poder sobre nós. Sobre as nossas emoções, o nosso estado de espírito, até sobre os nossos actos. Dependendo do ritmo e do momento, uma música pode alegrar-nos ou entristecer-nos, acalmar-nos, inspirar-nos, envolver-nos a ponto de esquecermos tudo o que se passa à nossa volta. Podemos ouvi-la baixinho ou muito alto, em qualquer lugar, a qualquer hora. O mais importante, qualquer que seja o estilo, o ritmo, o volume ou o momento, é o facto de a música nos transmitir alguma coisa. Uma emoção, uma memória, um desejo, um sentimento. E isso vale também para os bebés, incluindo os que ainda não nasceram.

Os primeiros sons
Se a música é capaz de transmitir emoções a uma grávida, o mais provável é que o bebé que ela traz dentro da barriga seja contagiado, não só pelos sons, mas também pela sensação de bem estar que esses sons provocam na mãe. Por isso, não são muito aconselháveis as músicas mais violentas, com batidas fortes e repetitivas, ouvidas em altos berros. Em vez de acalmar a mãe e o bebé, poderão contribuir para um aumento da ansiedade e do stresse. E isto mesmo que a mãe seja uma fã incondicional do rock'n roll!

Vários estudos e várias experiências levadas a cabo neste campo permitiram chegar à conclusão que os fetos precisam, acima de tudo, de harmonia e equilíbrio emocional. Sabe-se, assim, que as composições de Mozart e Vivaldi os acalmam, que Brahms e Beethoven aumentam os seus movimentos e que a batida do rock acelera notavelmente o pulsar dos seus corações. É claro que isto não significa que, mais tarde, já crianças ou jovens, não venham também a gostar de músicas batidas, músicas mais mexidas e mais divertidas, que os façam saltar e dançar...

Dentro da barriga da mãe, no entanto, as preferências vão para os sons suaves e harmoniosos. Não apenas porque os fetos são pequenos ouvintes, mais frágeis e mais sensíveis, mas também porque a música serve como elo de ligação entre o mundo uterino e o mundo exterior. E se, ao princípio, as melodias se resumem a composições mais ou menos simples, executadas pelos próprios órgãos maternos - o bater ritmado do coração, o sangue que flui pelo cordão umbilical, a entrada e a saída de ar nos pulmões - rapidamente entram em cena outros sons mais elaborados. Sons que ultrapassam a barreira de líquido amniótico e se juntam para formar uma espécie de orquestra.

À voz da mãe (o elemento mais importante da «banda») juntam-se, a pouco e pouco, outras vozes. E às outras vozes juntam-se outros ruídos. A água a correr, a buzina de um carro, a batedeira da sopa, um passarinho a cantar, a música, propriamente dita, um pouco por todo o lado. Seja sintonizada ao acaso no rádio do carro, cantarolada baixinho durante as lides domésticas, ou posta de propósito na aparelhagem da sala, sem que seja necessário ligar os headphones e colocá-los junto à barriga para que o bebé tire dela o máximo partido...

Emoções musicais
Através da música, mãe e filho podem criar desde muito cedo uma relação profunda e os sons podem ser uma das formas de a mãe (e o pai, por que não?) transmitirem ao filho emoções e sentimentos. Para além disso, acredita-se que escutar um tema especial ao longo da gravidez traz algumas vantagens, já que, para além de conseguir ouvi-lo, o feto consegue, a partir da 32ª semana de gestação, memorizá-lo. Assim, a mesma música não só o acalma ao longo da sua vida uterina, como vai ter o poder de continuar a acalmá-lo quando sair cá para fora e a tornar a ouvir, desta vez sem a barriga da mãe pelo meio.

in Revista Pais & Filhos (http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=212&Itemid=67)

Os mitos durante a gravidez


Pois é, desde sempre que ouvi falar dos mitos que assolam as futuras mães de proibições, por isso, fui pesquisar sobre o assunto e tentar saber o que é verdade e o que, tal como o próprio nome indica, não passa de uma simples crença popular.

Assim, deixo aqui algumas explicações para os mitos mais frequentes:


Vale comer tudo?

«Sempre ouvi dizer: come tudo o que te apetecer». A ideia de que uma grávida deve comer por dois fazia sentido no tempo em que as populações passavam fome. Mas hoje as recomendações médicas apontam para um aumento de peso na ordem dos 12 quilos, o que implica refrear o impulso de comer de mais. Saciar os célebres desejos, principalmente nos primeiros meses de gravidez, tem a ver com a necessidade de suprir possíveis nutrientes em falta. Mas as restrições de tomar café, chá preto e bebidas alcoólicas são para ser seguidas à risca. Mesmo pequenas quantidades têm um efeito tóxico no feto, devido ao seu baixo peso. O que para nós é pouco, representa muito para um bebé em formação. Os produtos que contêm adoçantes artificiais (aspartame, acessulfame, sorbitol...) devem ser igualmente evitados.

Cuidado com as radiações

Noutros tempos, alertavam: «não encostes nada de metal à barriga!». Nem as chaves na algibeira eram aconselhadas. Em parte, para evitar o risco de contusões. Hoje, as recomendações passam por evitar o efeito nocivo das radiações, quer de aparelhos de telecomunicações (em especial, telemóveis e televisores), quer de aparelhos de diagnóstico (radiografias). O uso de computadores portáteis, junto à barriga, é também desaconselhado.

Exercício físico prejudica?

«Nada de esforços». Pensou-se, durante muito tempo, que a prática desportiva poderia desencadear abortos e partos prematuros. Se é certo que nas primeiras e nas últimas semanas de gravidez, o corpo pede mais repouso, nada impede que uma grávida saudável faça exercício físico moderado. Os benefícios valem o esforço: melhor controlo do peso, menos dores lombares, acalma a ansiedade, ajuda à distribuição de nutrientes na placenta e torna mais fácil o trabalho de parto. Desportos de competição ou que envolvam o risco de traumatismos e de queda são contra-indicados.

Convém refrear a actividade sexual?

A abstinência durante a gravidez era aconselhada, para desespero de muitos maridos. E ainda hoje «alguns casais simplesmente abstêm-se de sexo por pensarem que a penetração pode magoar ou prejudicar o seu filho», constatou Fátima Martins, no estudo que realizou no norte do país. «Não podemos esquecer que, ao longo dos tempos, em algumas sociedades se defendia a teoria de que o sémen tinha o poder de matar o feto por afogamento, provocar malformações, loucura ou até mesmo cegueira». Desde que a gravidez decorra com normalidade, sem factores de risco, não há razão para recear o contacto íntimo entre o casal. A actividade sexual não provoca aborto nos primeiros meses nem leva à antecipação do parto, na fase final. Seria necessário uma intensa sucessão de orgasmos para desencadear contracções uterinas. Os movimentos sexuais, desde que não excedam a moderação, não agridem o útero nem magoam o bebé. Mas é preciso estar atenta a possíveis infecções vaginais.

É arriscado mexer nos animais?

O medo de contrair toxoplasmose pode explicar crenças como esta: «se uma grávida mexer em cães ou gatos, o bebé pode nascer com manchas e pêlos»; «uma grávida não pode tocar no baço de um porco porque senão a criança nasce com uma mancha igual no corpo». O risco de malformações do feto é real nas mulheres grávidas que não estão imunes ao parasita e desenvolvem a doença, sobretudo durante o primeiro trimestre. As fezes e urina de gatos selvagens são os principais focos de transmissão, mas também os dejectos de pombos e cães, para além das carnes cruas ou mal cozinhadas, e das frutas e saladas mal lavadas. Contudo, as análises sanguíneas de rotina costumam informar se teve contacto recente ou passado com o parasita e se já desenvolveu anticorpos. Não é motivo para deixar de ter gatos ou cães em casa. Mas é preciso seguir escrupulosamente alguns cuidados, como lavar bem as mãos depois de tocar nos animais, não lhes dar carnes cruas, não manusear a caixa dos dejectos ou se tiver que o fazer, usar sempre luvas.


E se ficar doente?

«Chá, caldos e cama», é a receita pronta das avós para a maioria das maleitas durante a gravidez. De facto, a menos que seja por expressa indicação médica, os medicamentos devem ser evitados. A maioria dos medicamentos passa para a corrente sanguínea e atravessa a barreira placentária, podendo chegar ao feto em concentrações elevadas. Contudo, existem vários medicamentos e produtos que não apresentam risco de toxicidade para o feto. Informe-se com o seu médico.

in Revista Pais & Filhos (http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1814&Itemid=67&limit=1&limitstart=2)


O nosso bebé!


Queridos amigos e família,

Hoje é uma dia muito especial para nós pois vimos dar-vos uma grande notícia!

Após alguns meses de treinos, há 2 semanas chegou o tão esperado positivo num teste caseiro.

Sim queridos a família vai crescer e vão ter um traquinas ou uma princesa para se entreterem quando vierem cá a casa!

Hoje foi o dia da 1ª eco, faço amanhã 7 semanas.

A nossa borboleta ainda é muito pequenina, por isso, mal a vimos no meio de tanta escuridão no monitor do aparelho da eco, mas o coraçaozinho já bate com muita força e até pregou uma partida ao médico - fugiu a meio enquanto este tentava medir o ritmo cardíaco.

Nós estamos muito felizes!

Bjocas a todos