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17 de junho de 2010

Noites em claro

Muitas crianças têm noites agitadas não permitindo aos pais o descanso nocturno. As causas são várias e convém conhecê-las para utilizarem as medidas mais adequadas.


Recém-nascido

Durante os primeiros dias é natural que os bebés recém-nascidos acordem muitas vezes durante a noite e durante o dia. O bebé terá de se ambientar aos múltiplos estímulos visto vir de um mundo calmo e sem estímulos violentos – o útero materno. Os sons eram amortecidos pelo líquido amniótico e pela bolsa, a luz era apenas sentida como uma penumbra e a temperatura era quase inalterável.

Agora o bebé terá de se adaptar ao mundo. É pois natural, que embora durante os primeiros tempos durma cerca de dezasseis a vinte horas por dia, acorde várias vezes a chorar. O bebé sente-se inseguro e a mãe deve falar-lhe para que sinta a sua voz e se acalme. A sua proximidade e o seu cheiro vão acalmá-lo.

Também é natural que o bebé tenha fome dado que nesta altura ainda não tem a rotina da amamentação instituída. A mãe deve ter calma e não ficar ansiosa para que a sua ansiedade não se transmita ao bebé. A melhor forma para que o bebé se habitue ao novo ritmo é sempre que acabar de o amamentar e de o fazer arrotar, deitá-lo no seu berço. O bebé nesta idade não necessita que o mantenha ao colo por muito tempo. A mãe deve cuidar para que o bebé não se sinta desconfortável com a fralda molhada, com ruídos fortes ou luminosidade intensa.

Bebé

A partir do primeiro mês o e até completar o primeiro ano o bebé continua a dormir muito. Todavia, as horas de sono são mais repartidas. O bebé dorme sonos mais longos durante a noite e sonos mais curtos durante o dia. Os tempos de sono diurno são repartidos por várias sestas.

A partir dos 3 meses e até aos 6 meses os sono da noite pode durar nove horas seguidas e a partir desta idade o seu sono nocturno pode alargar-se entre as dez e as doze horas. A partir do primeiro ano e até aos três as crianças continuam a dormir diariamente cerca de treze a quatorze horas. Os sonos diurnos vão-se reduzindo a um único período – a sesta da tarde.

Durante os primeiros meses podem ocorrer várias crises de choro. Para elas contribuem várias causas:

O dia e a noite – Nos primeiros meses o bebé vai aperceber-se das alterações – dia/noite – e é natural que tenha crises de choro durante a tarde porque pode sentir-se inquieto quer com os ruídos quer com a luminosidade. Perante estas crises os pais não devem parar de fazer ruídos ou insonorizar o quarto do bebé ou, para evitar a luz, colocarem o quarto permanentemente às escuros.

A criança vai ter de se habituar às diferenças dia/noite e para a acalmar não há nada como, depois de verificar que não está incomodada com a fralda suja ou com fome, pegar-lhe suavemente, afagá-la e colocá-la de novo na caminha. Para que sinta a sua presença, pode fazer-lhe umas festas suavemente até que pegue de novo no sono.

As cólicas – São fáceis de reconhecer, o bebé cerra os punhos, flexiona as perninhas e chora desesperadamente. Ocorrem geralmente a partir das quatro semanas e podem prolongar-se até aos quatro meses. Surgem geralmente ao fim da tarde e é difícil conseguir confortar o bebé.

Aconselha-se a que os pais massagem suavemente a barriguinha do bebé no sentido dos ponteiros do relógio – podem fazê-lo aplicando óleo morno nas mãos -, o coloquem deitado de barriga para baixo sobre as suas pernas e o embalem suavemente.

Quando o bebé não pára de chorar podem colocá-lo no carrinho de passeio e andar um pouco com ele pela casa. O pediatra pode ajudar prescrevendo um medicamente adequado quando o bebé sofre durante largos períodos de tempo com este transtorno.

A angústia da separação – Cerca dos oito meses o bebé começa a sentir a ausência dos pais. Nesta altura o bebé também já saiu do quarto dos pais e quando se sente sozinho é natural que chore quando acorda durante a noite. Muitas vezes acorda e depois de choramingar consegue adormecer de novo sem a interferência dos pais.

Contudo, quando isto não acontece e para que o bebé se sinta seguro, os pais devem dirigir-se ao quarto da criança, falar-lhe suavemente e aconchegá-lo para que ele sinta a sua presença e adormeça de novo. Isto pode acontecer várias vezes durante a noite mas, em caso algum – excepção para os casos em que a criança está muito doente – os pais devem levar a criança para a sua cama.

Medo do escuro – A interrupção do sono nocturno com ataques de choro provocados pelo medo que a criança tem do escuro, começa apenas a acontecer a partir dos dois anos, altura em que a criança já tem uma capacidade imaginativa muito grande. Assim, quando a criança acorda e se encontra na penumbra do quarto pode imaginar que um monstro está a abanar o cortinado ou que o cão do vizinho, que é muito mau, se encontra escondido debaixo da sua caminha.

O estalar da mobília pode ser um sussurro terrível. Nestes casos, os pais devem dirigir-se ao seu quarto quando chora e acendendo a luz, mostrar à criança que nada existe no quarto que lhe possa fazer mal se necessário, os pais podem verificar com a criança todos os cantos do quarto.

Inclusive, para que a criança fique descansada, abrir as gavetas e verificar com ela o interior do roupeiro. Depois da criança ficar sossegada, devem deitá-la e aconchegá-la dizendo que estarão atentos e vigilantes. Se necessário, os pais devem deixar uma luz de presença acesa durante a noite e a porta do quarto da criança entreaberta.

Pesadelos – É também a partir dos dois anos, e por um período que se pode manter até cerca dos seis, que a criança pode acordar repentinamente com pesadelos. Geralmente grita e não consegue desligar-se dos sonhos maus. Pode sonhar com algumas situações que vivenciou durante o dia e que agora se transformam em pesadelos durante a noite.

Nestes casos só o carinho e o amor a podem acalmar. Os pais devem tentar acalmar a criança falando um pouco com ela. Oferecer-lhe um copo de leite morno e mimá-la durante uns minutos. A criança tem que se sentir apoiada e segura pelo amor dos pais. Também nestes casos é natural que a criança se levante e se dirija para o quarto dos pais para se abrigar na sua cama.

Os pais não o devem permitir e devem acompanhar a criança de novo ao seu quarto para que aí permaneça. Nos casos em que a criança faz estas peregrinações várias vezes numa só noite, muito embora os pais se sintam cansados e desejosos, também eles, de descansar, a verdade é que a melhor solução não é deixar que a criança permaneça na cama do casal.

Estabelecer rotinas

O mais importante para que a criança tenha sonos descansados é que aprenda a dormir. Para isso há que estabelecer rotinas desde o início. As rotinas são importantes para que a criança aprenda a conhecer as sequências temporais. Geralmente as melhores rotinas iniciam-se com um banho, seguido de uma massagem calmante. Depois convém que a criança tome a sua refeição calmamente e que não tenha estímulos que a possam excitar antes de se deitar. Na hora de ir para a cama os pais devem manter um ritual:

- Deitar o bebé

- Aconchegá-lo

- Cantar-lhe uma canção de embalar

- Despedir-se carinhosamente com um beijinho de boa noite.

Esta rotina deve ser mantida diariamente sem oscilação nos horários. Com ela, o bebé vai adaptar o seu ritmo biológico aos horários de sono marcados pela rotina e os seus sonos serão mais calmos.

Com as crianças mais crescidas, a partir dos dois anos, convém que para além das rotinas estabelecidas, os pais não permitam que entre o período do fim de jantar e a hora de ir para a cama, a criança tenha brincadeiras violentas como por exemplo, jogar à bola ou às escondidas ou ver televisão. Pode desenvolver actividades tranquilas como, pintar um livro, montar uma torre ou fazer um puzzle. Isto é importante para que a criança esteja calma na hora de dormir.

como prevenir o risco de morte súbita nos lactentes

É uma das grandes preocupações dos recém-papás. Se os pais seguirem algumas das dicas aconselhadas pelo pediatra Armando Fernandes, certamente estarão a contribuir para que os seus receios tenham cada vez menos fundamento.

Quais as principais causas da síndrome de morte súbita do lactente?

Apesar das causas para a síndrome de morte súbita do lactente ainda não estarem totalmente esclarecidas, um estudo recente sugere que estes lactentes apresentam alterações ao nível do tronco cerebral, nomeadamente um defeito no transporte de serotonina, em zonas que controlam as funções respiratórias, cardíacas, arteriais e térmicas. Estas alterações fazem com que o cérebro não desencadeie mecanismos de reacção/recuperação, quando há problemas naquelas funções, levando à morte súbita do lactente.

Há alguma forma dos pais ajudarem os bebés a recuperar perante uma possibilidade de morte súbita. Como?

Alguns lactentes poderão experimentar “episódios de aparente risco de vida”, deixando de respirar por alguns segundos, recuperando rapidamente após estimulação. Assim, a ajuda (estimulação) imediata pode salvar estes lactentes. Se após a estimulação o lactente não respira e/ou o coração não bate, devem iniciar-se imediatamente as manobras de suporte básico de vida (assegurar a permeabilidade das vias aéreas superiores, respiração boca-a-boca, massagem cardíaca externa, etc.) e contactar o 112!

Qual a importância dos monitores de apneias nestes casos?

Existem diversos modelos de monitores domiciliários de apneias, que avisam quando o bebé tem uma pausa respiratória superior a determinado espaço de tempo. Alguns colocam-se debaixo do colchão (BABYsense®), para sentir o movimento torácico, outros colocam-se presos à fralda (Respisense®), para sentir os movimentos do abdómen com a respiração.

No entanto, só se indicam em raras ocasiões como: famílias com história de um filho anterior que sofreu a síndrome de morte súbita do lactente; lactentes de risco nascidos prematuros e de baixo peso; lactentes que sofreram “episódios de aparente risco de vida” (apneias, síncopes, cianose ou palidez súbita, episódios de hipertonia ou hipotonia).

O seu uso por rotina não se recomenda já que oferece muitos falsos positivos, ou seja, tocam frequentemente, independentemente do bebé ter uma apneia ou não. Por isso, se os pais pretenderem comprar os referidos monitores devem discutir este assunto com o pediatra assistente.

Como se pode tranquilizar os pais, tendo em conta que este constitui um dos pânicos mais comuns dos recém-papás?

Pessoalmente, na primeira consulta do recém-nascido abordo delicadamente esta temática, averiguando se existem factores de risco para a síndrome de morte súbita do lactente e aconselho os pais a evitarem os referidos factores. Em situações particulares (famílias com história de um filho anterior que sofreu a síndrome de morte súbita do lactente; lactentes de risco nascidos prematuros e de baixo peso; lactentes que sofreram “episódios de aparente risco de vida” (apneias, síncopes, cianose ou palidez súbita, episódios de hipertonia ou hipotonia) aconselho a compra de monitores de apneias.

Dicas para prevenir o risco de morte súbita

Apesar das causas para a síndrome de morte súbita do lactente ainda não estarem totalmente esclarecidas, o que sabemos é que existem factores de risco que devem ser evitados. De forma sucinta, a síndrome de morte súbita do lactente pode ser diminuída se os pais, em especial a mãe, tomarem as seguintes atitudes:

·O bebé deve dormir no quarto dos pais nos primeiros meses de vida;

·Os pais devem escolher, para o berço do bebé, um colchão com tecido de fibra mais resistente e evitarem colocar o bebé em superfícies pouco estáveis, como almofadas/travesseiros fofos e altos, sofás, colchões de água, almofadas, colchas, edredões, etc.

·O bebé deve dormir de costas;

·A mãe não deve fumar ou estar exposta ao fumo de tabaco durante a gravidez. O recém-nascido e o lactente também não devem estar expostos ao fumo de tabaco;

·Recomenda-se que os pais destapem a cabeça do bebé para dormir;

·Não devem aquecer demasiado o bebé;

·Os bebés não devem ser colocados a dormir na cama de adultos;

·Promover o aleitamento materno (se possível, pelo menos nos primeiros seis meses de vida);

·Promover o uso da chupeta pelo bebé ao dormir durante o primeiro ano de vida.

O factor mais importante parece ser a posição do lactente ao dormir que deverá “dormir de preferência de costas, se o médico não contra-indicar” como referido no Boletim de Saúde Infantil e Juvenil e preconizado pela Direcção Geral de Saúde desde 1990. Assim, Portugal foi o segundo país da Europa a ter uma norma oficial sobre este assunto.

9 de abril de 2010

Quanto tempo deve dormir o bebé

O sono das crianças

Muito embora os períodos de sono sejam diferentes de criança para criança, nos primeiros meses os pais vivem dependentes dos ciclos de sono dos seus bebés.

Durante os primeiros meses os recém-nascidos passam a maior parte do tempo a dormir e os sonos podem apenas interromper-se para comer ou para que os pais procedam à sua higiene. Um recém-nascido pode chegar a dormir, nos primeiros tempos, entre 16 e 20 horas por dia.

Os ciclos circadianos - dia/noite - não interferem com os seus períodos de sono e vigília.

O número de horas de sono necessárias é diferente de pessoa para pessoa e, até hoje, não se conhece nenhum estudo que indique claramente qual o tempo de sono necessário para cada pessoa. Todavia, para os bebés existe uma tabela de referência que pode indicar-nos aproximadamente quanto dorme em média uma criança pequena.

À medida que os bebés vão crescendo o número de horas de sono vai diminuindo gradualmente, aumentando assim os seus tempos de vigília.

Se um bebé recém-nascido pode dormir entre 16 e 20 horas por dia, os períodos de sono contínuos são de cerca de três a quatro horas, após o primeiro mês e até cerca dos três meses, o bebé poderá ir diminuindo os seus períodos de sono para 16 a 18 horas por dia, sendo os períodos de sono contínuos muito semelhantes à etapa anterior.

A partir dos quatro meses é natural que a criança divida os seus períodos de sono - nesta altura cerca de 12 a 16 horas - por um período nocturno mais prolongado e por duas sestas diurnas mais curtas. As sestas diurnas - uma no período da manhã e outra no período da tarde - podem ser de aproximadamente uma a duas horas. Durante esta fase o bebé tem períodos de vigília mais longos durante o dia.

A partir desta altura as suas necessidades de sono vão diminuindo e a criança, entre o sono nocturno e as sestas, quando atinge o primeiro ano, pode dormir entre 13 e 15 horas por dia.

Os ciclos circadianos
Muito embora os bebés venham preparados para dormir quando nascem, não vêm preparados para saber dormir. O sono, tal como outra aprendizagem - da fala ou a do andar - tem de ser feita com o apoio dos pais.

O bebé antes de nascer vivia entre períodos de sono e vigília sem obedecer aos períodos nocturno e diurno. Assim, depois de nascer, continuará nos ritmos anteriores se os pais não lhe criarem uma rotina de sono.

Esta rotina deverá começar a ser instituída cerca dos quatro meses se os pais não a iniciaram antes.

Para que esta rotina tenha o sucesso desejado, o bebé deve começar por conhecer os ciclos dia/noite - ciclos circadianos. Para que tal suceda, os pais podem começar por manter às escuras o seu quartinho, apenas no período nocturno. No que respeita a ruídos, próprios em qualquer lar, os pais devem apenas contê-los no período nocturno. O bebé irá assim reconhecer o dia e a noite e habituar-se-á a dormir nos dois períodos. No entanto, começará a entender que quando acorda e está escuro, a mãe não brincará com ele e apenas sussurrará junto a ele. Durante o dia, o bebé verificará que a mãe não só falará com ele num tom mais elevado como lhe apresentará alguns estímulos - a roca, os mobiles - e poderá estabelecer outras brincadeiras, como o bater palminhas, fazer coceguinhas, entre outras.

A importância do banho
O banho pode ser uma das rotinas mais importantes para o bebé. O banho deve ser dado todas as noites à mesma hora. Para além de acalmar o bebé vai permitir-lhe reconhecer que vai entrar no ciclo nocturno.

O banho seguido da papa e de uma dose de carinho e uma caminha confortável vai fazer com que o bebé entenda que são horas de adormecer.

Muito embora os bebés possam acordar várias vezes durante a noite, os pais, sempre que possível, devem fazer todas as manobras necessárias - amamentar, mudar a fralda - com uma luz ténue e sem produzirem qualquer ruído.

Muitas vezes, o bebé acorda e choraminga e se a mãe não o levantar e lhe fizer uma pequena carícia, ele voltará a adormecer porque apenas sente a presença da mãe, sentir-se-á confortado e retomará o sono.

As rotinas da sesta
E se a rotina da noite - banho, papa, uma canção - deve ser sempre no mesmo horário, também as rotinas da sesta se deverão manter sempre às mesmas horas.

É natural que o bebé adormeça depois da refeição da manhã se esta lhe for dada sempre à mesma hora e o mesmo acontecerá no período da tarde. É pois de lembrar que estabelecer uma rotina sólida na alimentação do seu bebé, esta contribuirá para que a rotina do sono seja mais fácil de ser aceite.

Para além de tudo, nunca é demais relembrar que as horas da sesta devem ser feitas não privando o bebé da luz do dia e mantendo os ruídos habituais da casa. O bebé vai habituar-se a não despertar com o barulho da máquina de lavar, com a campainha do telefone ou com a campainha da porta.

A importância do conforto
Para que a criança durma bem é importante que se sinta confortável. Para isso, os pais devem cuidar para que o quarto tenha uma boa temperatura ambiente e que a roupa seja folgada e confortável. A criança não deve ter excesso de mantas, pois isso significaria excesso de peso que lhe acarretaria o desconforto de não se poder mover à vontade. Se estiver frio é sempre preferível vestir-lhe um pijama mais quentinho do que lhe acrescentar mais uma manta. Antes de deitar a criança para a sesta ou para o sono nocturno é conveniente verificar se não necessita de mudar a fralda.

Não esqueça que as crianças se habituam às rotinas que lhes criarmos. Se não habituar o bebé a dormir com a luz do dia, ele terá dificuldade em reconhecer o dia e a noite e de criar uma boa rotina de sono.

Berço ou caminha
Independentemente do local onde o bebé adormeça, convém que não o mude enquanto está adormecer. Se a criança acorda num local estranho - diferente daquele onde adormeceu - vai certamente chorar ao acordar. É conveniente, que especialmente para o sono nocturno, deite sempre o bebé no local onde vai passar o resto da noite. Não deixe a criança adormecer no sofá da sala ou na sua cama, se o bebé tem sono deite-o no berço ou na caminha. Para que as crianças possam facilmente adormecer é necessário que no tempo que medeia entre o banho e o momento de deitar para fazer o sono nocturno a criança não sofra demasiados estímulos. Esse período deve ser sempre calmo, pelo que se aconselham os pais a não brincarem com a criança ou colocarem, por exemplo, a televisão alta ou uma música que os possa excitar.

A hora de dormir deve ser sempre respeitada.

Não altere as rotinas.