O meu cantinho onde partilho um pouco de mim, da minha familia, notícias, interesses e muito mais...
26 de fevereiro de 2010
Banheira Shantala
Tenho visto bastantes opiniões muito positivas sobre esta banheira.
Pelo vídeo abaixo parece uma maravilha para o relaxamento dos bebes recém-nascidos e uma brincadeira pegada para os mais velhinhos...
Mas e as vossas opiniões? Alguém a está a usar?
Até que idade se pode utilizar?
Ajudem-me a decidir!
Bigada
22 de fevereiro de 2010
Células do cordão umbilical - Banco Público vs Banco Privado
No entanto, na hora da decisão entre o Banco Público ou um Banco Privado, muitas são as questões que nos surgem.
Encontrei um quadro comparativo entre um e outro que considerei bastante elucidativo, daí ter decidido partilha aqui.

Alguns bancos privados a operar em Portugal:
Bebevida (www.bebevida.com)
Kit - 115€
| Criopreservação por 20 anos: 965 € |
Crioestaminal (www.crioestaminal.pt)
Kit - 115€
Processamento e armazenagem - 1235€
Criovida (www.criovida.pt)
Kit - 115€
Criopreservação - 1084,99 €
Cytothera (www.cytothera.pt)
Kit
| Cytothera Baby | 115 € |
| Cytothera Cord | 115 € |
| Cytothera Plus | 130 € |
| Processamento e Criopreservação | Cytothera Baby 1100 € | Cytothera Cord 1100 € | Cytothera Plus 1600 € |
Uma menina lutadora
A história completa:
in http://images.google.com/imgres?imgurl=http://cm.iparenting.com/fc/editor_files/images/1042/Articles/Sonja-Taylor2.JPG&imgrefurl=http://www.iparenting.com/mom/5458.php&usg=__CpqIBwky4lLM4H1JKURCEJlW0LY=&h=448&w=299&sz=29&hl=pt-BR&start=1&sig2=mqZ_YN7jg9vZh_hVZokqHw&um=1&itbs=1&tbnid=r2Ev9nXAtbRB4M:&tbnh=127&tbnw=85&prev=/images%3Fq%3DAmillia%2BSonja%2BTaylor%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26sa%3DX%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26tbs%3Disch:1&ei=Bq2CS4OHHIXd-Qb1rrmjAQ
O Nascimento de uma Vida… Da 20ª à 24ª semana
Conhecido por ser o melhor mês de gravidez, será nesta altura que irá engordar bastante. Agora será uma verdadeira grávida… Até esta fase, aumentou cerca de 3 Kg no seu peso e o bebé já pesa 340 g, tendo um comprimento de 25 cm. Atenção, pois durante este mês o bebé aumentará, meio kilo por semana.
Não se assuste, pois é perfeitamente normal, que a pigmentação da sua pele fique ainda mais visível. Os seios podem produzir colostro, uma espécie de substância leitosa, da qual o bebé irá necessitar. Limpe-os suavemente e jamais os esprema. É provável que sangre das gengivas ou tenha um forte corrimento vaginal, ou que venha a sofrer de dores nas costas ou de, dores de outro tipo.Começam a aparecer os primeiros sinais de cabelo no bebé, os dentes estão a desenvolver-se e forma-se o vernix.: uma substância branca e gordorosa que protege a pele do bebé no útero. A resistência às doenças nas primeiras semanas de vida, são asseguradas por substâncias protectoras que o bebé recebe. Reage a ruídos exteriores do útero, mas não se preocupe se ele não se mexer muito. O bebé está, sem dúvida, muito activo…
Certifique-se da sua posição actual e de que a mesma, é a melhor. Evite sapatos de salto alto e não force em demasia as costas. Faça vários exercícios, para evitar supostas situações de desconforto. Comece a pensar sériamente, naquilo que vai comprar para o seu rebento, isto é, o enxoval. Pode parecer que não, mas já é altura e o tempo urge…Afinal, os movimentos já se sentem, como se fossem leves tremores…
Os amigos
Os amigos são tudo na vida. Houve mesmo alguém que um dia disse ‘preferir manter um amigo eternamente a um namorado’. E, a importância dos amigos começa logo desde pequeninos. Por volta dos primeiros anos de idade, as crianças começam a estabelecer relações de amizade. Conhecem-se entre eles, brincam juntos, entendem-se mutuamente, mesmo quando os pais estão de boca aberta a olhar para eles, sem entender nada do que dizem. Estabelecem amizades e tentam conservá-las. Muitas delas chegam a durar uma vida inteira, resistentes às direcções opostas que as vidas, por vezes, seguem.
Habitualmente, passam dias ou tardes inteiras a brincarem na casa do amiguinho. Por lá se divertem e por lá lancham, quase como se estivessem em sua casa. Quando o pai ou a mãe os vão buscar, lá estão eles a transpirar bastante, cheios de alegria e com vontade de brincar mais umas horinhas. A euforia é grande e parece inacabável, exceptuando o facto de terem que vir para casa.
Os pais não compreendem tamanhas amizades. Acham que é um exagero, e que não há necessidade de estarem sistematicamente a brincar com os seus amigos. Mas, nesta altura, entre os 3 e os 5 anos, pertencer a um grupinho de amigos é fundamental para que se sintam felizes. Seguros de que são compreendidos pelos seus semelhantes e que se divertem bastante com eles, as crianças ficam radiantes quando vão para a casa de um amiguinho ou quando recebem algum lá por casa.
Se costuma receber muitos amigos do seu filho em casa, convém ter sempre a despensa e o frigorífico cheio de coisas boas para eles devorarem. Compre sumos, bolinhos, pão, e fiambre ou queijo. Mas, também não deve esquecer o leite ou até mesmo uma salada de frutas bem recheada, para não lhe estar só a dar coisas muito doces. Deixe-os comer à vontade e divertirem-se muito à mesa com os seus risinhos e brincadeiras. Em breve verá que se lembram de uma nova brincadeira e que abandonam a mesa, com a mesma impulsividade com que se apoderaram dela.
Há ligações muito fortes entre as crianças. Não ache de modo algum estranho, o facto de o seu filho ter tantos amigos e de ser convidado tantas vezes para lanchar. Esquisito será se ele estiver sempre em casa, sem amigos para brincar ou para se divertir. Este isolamento só irá revelar que algo se passa com ele, e que possivelmente tem uma grande dificuldade de comunicação com as restantes crianças. Investigue o que se passa com ele, mas sem nunca o obrigar a nada.
A amizade aos 3, 4 e 5 anos pode ser muito bela e pura. Acabam por conhecer os gostos de cada um, os seus receios e as suas necessidades. A união entre eles é de tal ordem, que se a amizade prosseguir por muitos anos será bastante sólida. O grupo de amigos é de facto algo muito importante para eles, sem o qual não conseguem viver, ou pelo menos não têm o mesmo indíce de alegria correspondente.
Assim, convide os amigos do seu filho para irem lá a casa, prepare-lhes verdadeiras iguarias, deixe-os brincar à vontade, dê-lhe prendinhas e aproveite você também para dar sugestões de brincadeiras. Você não quer ser a melhor mãe do mundo? Então, vamos a isso....
in http://www.abcdobebe.com/
Parto normal ou cesariana?
A polémica reacende-se de vez em quando: há, em Portugal, demasiados nascimentos por cesariana. São 33,5 por cento do total de partos, contra uma média europeia de 19 por cento e um Plano Nacional de Saúde que fixou como meta para 2010 uma taxa de 24,8 por cento. Interpretados pelos especialistas em Ginecologia e Obstetrícia, os números espelham uma realidade que é já considerada um problema de saúde pública. É que a cesariana - argumentam - é um procedimento que não beneficia nem a mãe nem o bebé. É um procedimento que está associado ao adiamento da maternidade: o corpo vai perdendo elasticidade com os anos, dificultando o parto vaginal. A este factor junta-se o pedido expresso da mulher, por receio de complicações no parto natural ou de consequências na vida sexual posterior.
A alimentar a polémica desencadeada pelos números juntou-se uma posição recente da Associação Portuguesa de Bioética, em defesa do direito das mulheres à sua via de parto preferencial nas unidades do Serviço de Nacional de Saúde. Isto porque - sustenta a organização - há grandes disparidades entre as práticas no sector público e no privado: estender a opção da mulher ao SNS reduziria as desigualdades sociais nesta área.
Uma proposta que nem a ministra da Saúde nem o bastonário da Ordem dos Médicos acolheram favoravelmente, por entenderem que as cesarianas devem depender da opinião clínica.
E há situações que a justificam: quando está em causa a saúde ou a sobrevivência da mãe ou do feto, ou ainda quando a via vaginal se revela inviável (por exemplo, por incompatibilidade feto-pélvica).
São razões que nem sempre estão presentes, com a cesariana a constituir o recurso que permite o nascimento no tempo desejado, nomeadamente por conveniência dos pais.
São os chamados partos programados, que também podem ser vaginais (por indução).
Razões à parte, o certo é que uma cesariana é uma operação, com riscos idênticos a qualquer outra - implica, nomeadamente, uma maior perda de sangue para a mulher e pode envolver algumas consequências pósoperatórias, entre as quais uma infecção do endométrio, a mucosa que reveste o interior do útero. Febres altas, infecções urinárias e paragens intestinais são também possíveis, acontecendo, nos casos de obstipação, que a mulher sujeita a uma cesariana é colocada sob dieta até conseguir que o intestino recupere o seu funcionamento normal. Dores são também frequentes nas primeiras 48 horas.
Além disso, requer um internamento mais prolongado. O parto vaginal também não está isento de riscos, mas por ser mais parecido com o fisiológico - o chamado parto natural, sem medicação - envolve uma recuperação mais rápida e uma menor probabilidade de complicações. Afinal, o corpo da mulher está preparado para um nascimento assim.
Associada ao parto vaginal está a dor. Ou melhor, a ideia de dor, porque ela nem sempre está presente com intensidade e porque existem técnicas que permitem atenuá-la. É essa a função da epidural, anestesia localizada cuja administração é decidida entre a mulher e o clínico. É quando a dilatação atinge os quatro a cinco centímetros e as contracções se sucedem ao ritmo de uma em cada quatro ou cinco minutos que é aplicada. Entre duas contracções, com a mulher dobrada sobre si mesma e imobilizada o mais possível, um anestesista injecta o líquido que irá retirar a sensibilidade à parte inferior do corpo.
A epidural actua apenas sobre a dor, não prejudicando a saúde do bebé - é que o líquido injectado não penetra na corrente sanguínea, pelo que não atinge a placenta. E, por ser uma anestesia localizada, também não interfere com a capacidade da mulher para participar no parto. Antes pelo contrário: deixa-a mais tranquila por eliminar a tensão causada pela dor e permite-lhe que se concentre melhor nas instruções do obstreta ou da enfermeira-parteira.
Ainda no domínio da dor, outra boa notícia diz respeito às actuais técnicas de episiotomia - trata-se de um corte cirúrgico feito na região do períneo para auxiliar a saída do bebé, evitando a ruptura de tecidos. A sutura é feita imediatamente após o parto e cicatriza em poucos dias.
Um parto normal segue um ritmo próprio, que envolve a ruptura da chamada bolsa de águas, contracções e dilatação do colo do útero, desembocando na expulsão do bebé em conjunto com o esforço da mãe. Há, porém, situações em que é necessário apressar este ritmo, recorrendo-se à indução do parto mediante o rompimento precoce da bolsa ou a administração de medicamentos.
Faça-se pela via vaginal ou por cesariana, o parto é sempre um momento esperado com grande ansiedade. Afinal, não há mulher que não conte os segundos para ter o seu bebé nos braços.
Uma mala especial
A ida para a maternidade deve começar a ser preparada com alguma antecedência em relação à data prevista para o parto. Afinal, há bebés que pregam a partida de nascer mais cedo...
O que levar é a questão que domina na hora de fazer a mala. Mãe e bebé vão precisar sobretudo de roupa e artigos de higiene, mas há outros aspectos a considerar:
• Para a mãe - duas a três camisas de dormir, com abertura fácil para permitir a amamentação; dois ou três sutiãs de amamentação; vários pares de cuecas, de preferência descartáveis; um roupão; produtos de higiene pessoal; chinelos confortáveis; chinelos para o banho; toalha de banho (se não quiser usar as da maternidade); pensos higiénicos; discos absorventes e, naturalmente, roupa para a saída (que também pode ser levada posteriormente).
• Para o bebé - várias mudas de roupa confortável (tipo babygrow); bodies (dois a cinco); meias ou botinhas; chupeta; fraldas e produtos de higiene.
Além disso, a mulher não deve esquecer-se dos seus documentos pessoais e dos resultados dos últimos exames prénatais.
Naturalmente que estes são apenas elementos indicativos do básico de uma mala para a maternidade. O que é importante é que ela esteja preparada antes de o bebé dar os primeiros sinais de querer nascer.
Fonte: FARMÁCIA SAÚDE - ANF
A importânica de saber chegar a casa a horas
Mário Cordeiro, pediatra, disse na semana passada numa conferência organizada pelo Departamento de Assuntos Sociais e Culturais da Câmara Municipal de Oeiras, que muitas birras e até problemas mais graves poderiam ser evitados se os pais conseguissem largar tudo quando chegam a casa para se dedicarem inteiramente aos seus filhos durante dez minutos.Ao fim do dia os filhos têm tantas saudades dos pais e têm uma expectativa tão grande em relação ao momento da sua chegada a casa que bastava chegar, largar a pasta e o telemóvel e ficar exclusivamente disponível para eles, para os saciar. Passados dez minutos eles próprios deixam os pais naturalmente e voltam para as suas brincadeiras. Estes dez minutos de atenção exclusiva servem para os tranquilizar, para eles sentirem que os pais também morrem de saudades deles e que são uma prioridade absoluta na sua vida. Claro que os dez minutos podem ser estendidos ou até encurtados conforme as circunstâncias do momento ou de cada dia. A ideia é que haja um tempo suficiente e de grande qualidade para estar com os filhos e dedicar-lhes toda a atenção.
Por incrível que pareça, esta atitude de largar tudo e desligar o telemóvel tem efeitos imediatos
e facilmente verificáveis no dia-a-dia.
Todos os pais sabem por experiência própria que o cansaço do fim de dia, os nervos e stress acumulados e ainda a falta de atenção ou disponibilidade para estar com os filhos, dão origem a uma espiral negativa de sentimentos, impaciências e birras.
Por outras palavras, uma criança que espera pelos pais o dia inteiro e, quando os vê chegar, não os sente disponíveis para ela, acaba fatalmente por chamar a sua atenção da pior forma.
Por tudo isto e pelo que fica dito no início sobre a importância fundamental que os pais-homem têm no desenvolvimento dos seus filhos, é bom não perder de vista os timings e perceber que está nas nossas mãos fazer o tempo correr a nosso favor.
in Boletim de Julho da Acreditar
23 semanas
O seu corpo:Procure fazer exercício para relaxar a zona dos ombros e das costas, faça massagem ou acupuntura.
Se sentir dores extremas, consulte o seu médico, poderá ter ciática.
Dentro da barriga:
O seu bebé irá crescer bastante nas próximas semanas, aumentará de peso para o seu dobro, por isso prepare-se. Contudo você ficará na mesma. Não se preocupe.
O corpo dele está a ficar mais proporcional à medida que o tempo passa, mas a sua cabeça ainda é um pouco maior em relação ao resto do corpo. É perfeitamente normal.
Os ossos do ouvido médio começam a endurecer possibilitando a condução do som.
Embora ele ganhe peso a cada dia, a sua pele ainda está enrugada. Os lábios estão formados e os olhos também mas a íris (a parte pigmentada dos olhos) ainda não tem cor.
Se o bebé nascesse agora era possivel que sobrevive-se embora com todos os cuidados especiais que iria necessitar.
Peso: 460g
Comprimento: 18.2cm
Frequência cardiaca: 145 bpm
Vida de Grávida:
Procure descansar durante o dia e não se esqueça de ingerir bastantes líquidos, especialmente água.
Se possível, tenha ajuda para as lides domésticas e evite pegar em pesos.
Aproveite para namorar, pois quando o bebé nascer vai ter menos tempo para o seu namorado / marido.
O seu útero está agora a 3,75cm acima do seu umbigo e a 23cm acima do seu osso púbico. As mudanças no abdómen estão a progredir devagar mas a sua barriga deve estar bem redondinha.
Vai começar a ter algumas dificuldades para adormecer, tente tomar banhos quentes, ouvir musica para relaxar, ler ou beber um copo de chá.
17 de fevereiro de 2010
Ecografia Morfológica - resultado
Queridos amigos e família,Hoje, como prevíamos, foi um dia muito especial.
Fomos fazer a eco Morfológica. Após alguns, longos, minutos de espera, cada um mais nervoso e ansioso do que o outro, entrámos na sala da ecografia.
A médica, ao se aperceber do nosso estado de ansiedade, foi uma querida, muito simpática, atenciosa e dedicada.
Como já vem sido hábito, o nosso piolho estava sentado junto à bacia da Mãe, por isso, fomos ver os orgãos: coração, estômago, bexiga, cérebro, etc.
Depois de alguns abanões na barriga, de umas pressoezinhas aqui e ali, ele lá decidiu abrir as perninhas e mostrar, em todo o seu esplendor, o seu "instrumento" - como a médica lhe chamou!
Sim, é um MENINO! :)
Finalmente podemos parar de dizer "o nosso filho ou filha", "o nosso pequeno ou pequena", "o Miguel ou a Leonor"... agora é só o MIGUEL!
Saímos da ecografia satisfeitos por estar tudo óptimo com o nosso dorminhoco, está com um percentil 25/50.
E, como tão esperado, fomos comprar as primeiras roupinhas azuis - não resistimos!
Bigada a todos pelas mensagens de curiosidade e parabéns!
Aos tios e tias (mesmo os emprestados) preparem-se - vem aí o Miguel!
Ecografia Morfológica
| Hoje é um dia muito esperado por nós... É o dia em que vamos fazer a Ecografia Morfológica. Estamos ansiosos... queremos saber se o nosso bebé se está a desenvolver bem e, se ele deixar, saber finalmente se o quarto vai ser rosa ou azul! Filho (a) Vá lá! Deixa sim? | ||||
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Ecografias na gravidez
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in http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=247&Itemid=67 |
22 semanas
Você deve ingerir 300 calorias por dias, mas não pors doces, fast food e gelados.Faça várias refeições, cinco a seis, por dia, em vez de 3 grandes refeições. Tenha em casa bolachas doces ou de água e sal e barras de cereais.
Coma alimentos ricos em ferro, ou peça ao seu médico, suplementos vitaminicos, com atenção ao ferro. É muito importante para você continuar forte ao longo da gravidez, diminuindo as hipóteses de ter anemia.
É provável que sinta partes do seu corpo inchadas, por isso faça exercício, como elevações das pernas, pois ajudam a melhorar a circulação.
Dentro da barriga:
Os sentidos do seu bebé, mais precisamente, o tacto, estão a desenvolver-se, esta semana. Também o paladar está mais desenvolvido, ele consegue agora detectar sabores no liquído amniótico.
Também o o seu cérebro está a ter um rápido desenvolvimento esta semana e irá continuar até aos 5 anos.
Ele pesa 430 gramas e mede aproximadamente 28 centímetros.
Vida de grávida:
Está na hora de pensar em nomes para o seu bebé! A esta altura provavelmente já pensou nisso mas chegou a altura de pesar escolhas. Não se esqueça que vai escolher o nome que irá durar toda a vida do seu/sua filho/a.
Peça opinião aos seus familiares e amigos.
Sindrome de Alienação Parental
Os pais da Ana e do João divorciaram-se após 10 anos de casamento. Os filhos e a mãe ficaram na casa de família e o pai podia ter consigo os filhos em fins-de-semana alternados e duas noites durante a semana. Num curto espaço de tempo, a Ana e o João deixaram de querer estar com o pai e até mesmo de o ver. No início eles não queriam deixar a mãe; diziam ter medo de ir com o pai.
Quando o pai os ia buscar, a mãe dizia ás crianças que ela não os "obrigava a irem com o pai". "A visita ao pai era uma decisão deles", dizia, e que "ela não ia interferir com a decisão que tomassem". Acrescentava, ainda, "que se não quisessem ir, faria tudo ao seu alcance, lutaria até ao fim, para que a sua vontade fosse respeitada – se não queriam ir, não iam!..."
Tornou-se cada vez mais difícil para o pai "convencer" os filhos a irem com ele. A ida ás compras, ao cinema, á feira, as viagens e os brinquedos deixaram de ser argumento aliciador.
A resistência ás visitas aumentou. Tudo, desde consultas médicas de rotina, o aniversário de amigos, o judo, a ginástica, etc., etc., passou a servir de desculpa para impedir as visitas ao pai.
Quando perguntámos ás crianças porque não queriam ver o pai disseram: "o pai é mau para nós". As histórias que nos relataram, quando lhes pedimos exemplos concretos, não tinham consistência: "Ele ralha connosco quando estamos a fazer muito barulho. "Ele leva-nos a passear a sítios feios". "Fica muito zangado quando não fazemos os trabalhos de casa". Disseram-nos ainda, que o pai nunca lhes tinha batido, mas que tinham medo que ele o viesse a fazer.
Estas crianças foram alienadas do seu pai.
A Ana e o João tornaram-se "Órfãos de Pai vivo".
SÍNDROME DA ALIENAÇÃO PARENTAL
(A Síndrome dos Órfãos de Pais Vivos)
Alienação Parental é a criação de uma relação de carácter exclusivo entre a criança e um dos progenitores, com o objectivo de banir o outro.Uma criança totalmente alienada, neste contexto, é a criança que não quer ter qualquer tipo de contacto com um dos progenitores e que expressa apenas sentimentos negativos sobre esse pai e somente positivos sobre o outro. Esta criança perdeu completamente o alcance da totalidade dos sentimentos que uma criança normal nutre por ambos os progenitores.
Ao progenitor que age no sentido de criar esta relação exclusivista e fusional com a criança chamamos "progenitor alienante". Ao progenitor excluído chamamos "progenitor alienado".
EFEITOS DEVASTADORES
Os efeitos nas crianças vítimas da síndrome da alienação parental são devastadores.
No imediato, a criança sente os efeitos de uma enorme perda. A sua magnitude só é comparável á morte de um dos pais, o avô e a avó, e os familiares próximos e amigos, todos de uma só vez.
A médio prazo, a contínua ausência do progenitor alienado (e avós, familiares e amigos) traduzir-se-á naquele conhecido sentimento de que "faltou sempre qualquer coisa". O que se perdeu irremediavelmente foi a interacção no dia-a-dia, a aprendizagem, o apoio e o amor que naturalmente flui dos pais e avós.
A investigação reporta que estas crianças agem duma forma difusamente transtornada, evidenciando ansiedade, tensão, depressão e doença psicossomática. São mais impacientes e nervosas e menos capazes de conceptualizar situações complexas – com as quais terão necessariamente que se confrontar na vida adulta.
Infelizmente, a alienação de um dos progenitores pode tornar-se tão forte que resulta em comportamentos de grande inadaptação.
Este parece ser o preço emocional a pagar pela criança vítima da síndrome de alienação parental.
Os investigadores constatam que o progenitor alienante, habitualmente a mãe, utiliza tanto meios explícitos como contidos, tais como a lavagem cerebral ou a indução, mentir acerca do pai, e estabelecendo um subtil pacto de abandono se a criança não se aliar a ela.
| ABUSO DA CRIANÇA A Síndrome da Alienação Parental é uma forma de abuso da Criança. A Criança não tem que tomar o partido da mãe ou do pai. Ela ama naturalmente os dois e deve ser livre para livremente os amar. O objectivo do progenitor alienante é claro: privar o outro pai, não só do tempo da criança, mas de toda a sua infância e juventude. Ao fazê-lo vitimiza a criança. O olhar triste, a inquietação, o nervosismo excessivo que, por vezes, alternam com uma agressividade exacerbada e outros comportamentos anómalos da criança, decorrem da perda incontornável que as crianças nesta situação experienciam. Os progenitores alienantes afirmam que amam muito os seus filhos, mas, na verdade, sobrepõem os seus sentimentos egoísticos ao superior interesse dos seus filhos. Afirmam, ainda, que estão apenas a defender a sua criança, que a sua vontade expressa prevaleça. Estas justificações são frequentemente utilizadas no âmbito dos processos judiciais de regulação do exercício do poder paternal. A prática jurídica, tanto por parte dos magistrados quanto dos técnicos, faz infelizmente, quase sempre, uma análise errónea deste tipo de situação. Deve a vontade da criança prevalecer? É justificação suficiente para a interrupção das visitas, do convívio da criança com o pai não guardião, o facto do filho expressar não querer estar ou vê-lo? Deve o juíz decidir em conformidade com essa vontade? Obviamente que não. Tal como, da mesma forma não será de esperar que se decida, que se permita, que uma qualquer criança não vá à escola, apenas porque diz não querer ir. Então, porque deve o juiz aceitar que a criança não visite o progenitor com quem não vive habitualmente, pela mesma razão? |
A RELAÇÃO DA CRIANÇA COM O PROGENITOR ALIENADO
Levantam-se, de facto, alguns problemas relativamente ao restabelecimento da relação da criança com o progenitor alienado.
O ideal seria prevenir a alienação. É por isso que é recomendado pelos especialistas a remoção da criança da esfera de influência do progenitor alienante, logo que se constata, numa fase inicial, a tentativa de alienação.
Para isso seria necessário que a eficácia, a operância e celeridade do sistema judicial fosse uma realidade e que as decisões se coadunassem ao caso concreto e único que cada criança representa.
Os atrasos e excessivo formalismo dos tribunais contribuem objectivamente para o agravar do problema.
Quando o contacto entre a criança e o progenitor alienado foi já interrompido, desenvolve-se um padrão tal que se torna difícil "reparar" a relação.
Mesmo sem a contribuição activa do progenitor alienante, a criança pode desenvolver sintomas do tipo fóbico, demonstrando ansiedade acerca do contacto com o outro progenitor.
Esta fobia, tal como todas as fobias, é intensificada pela ausência de contacto. Como, por exemplo, após se cair do cavalo, a cura para a fobia adquirida só pode dar-se voltando a andar a cavalo. O mesmo é verdade quando se vivem traumas em relações.
Daí a necessidade de se restabelecer a todo o custo os contactos da criança com o progenitor alienado.
O divórcio é, quase sempre, extremamente traumático. Sugere mal-estar, sofrimento. As separações, quer sejam situações impostas ou desejadas, não estavam nos planos iniciais de quem se casou.
Mas nada, nada justifica a alienação de um dos pais da vida da criança.
Afinal, os Pais são para Sempre.
in http://www.paisparasempre.eu/artigos/alienacao/sap.html
11 de fevereiro de 2010
Divórcio - Filhos de Pais em Guerra
A SIC fez uma grande reportagem sobre os filhos de Pais divorciados, os efeitos que o divórcio pode ter na vida dos filhos e dos Pais, o erros cometidos pelos Pais.
Conta com relatos de jovens, filhos do divórcio, bastante esclarecedores sobre o que nós, os filhos, passamos.
Para quem tem alguma curiosidade sobre o assunto, vejam o (s) vídeo (s) abaixo.
Mesmo que seja um assunto que vos passe ao lado, vejam pelo menos a síntese (o 1º vídeo), para que não cometam estes erros com os vossos filhos, caso um dia venham a passar por um processo de divórcio.
São marcas que nunca nos deixam...
Aqui fica um pequeno resumo...
Para aprofundarem um pouco mais, o vídeo completo...
Filhos e o divórcio

O que fazer quando o desentendimento e a ruptura abalam o núcleo familiar?
O divórcio ou a separação conjugal é um acontecimento de vida que acarreta inúmeras mudanças, perdas e problemas para resolver.
Desencadeada a decisão de ruptura no casal, o núcleo familiar é abalado por acontecimentos que têm réplicas em diversas outras áreas, como a família alargada, os amigos, o trabalho, e, acima de tudo, os filhos.
A magnitude emocional da separação não é medível pela Escala de Ritcher mas na Escala de Eventos Causadores de Stress de Herbert Benson e Miriam Z. Klipper (adaptado de “Relaxation Response”) o divórcio é apontado como estando no topo da lista, pelo seu forte impacto.
Deste modo, o que fazer para ultrapassar este momento crítico em que o projecto do casamento cai por terra?
Neste artigo vamos focar a nossa atenção nas estratégias que poderão ser tomadas em conformidade com o Artigo 8.º da Declaração dos Direitos da Criança: “Todas as crianças têm direito de ser socorridas em primeiro lugar em caso de acidentes ou catástrofes”.
A prevenção secundária com os pais como socorristas principais poderá prevenir situações negativas futuras em termos traumáticos. Por isso, se está a passar por uma situação de separação ou de divórcio, aqui ficam algumas dicas para a protecção emocional dos seus filhos:
1. Na separação, separe a conjugalidade da parentalidade
Esta é uma das tarefas mais difíceis. Dentro da relação os papéis misturam-se e nem sempre é clara a fronteira de cada um. Contudo, o fim do casamento é o final da conjugalidade e não da parentalidade. Tente separar e diferenciar, quer na sua mente, quer no concreto.
2. Pais para sempre
No seguimento da dica anterior, transmita aos seus filhos que ser mãe e ser pai é para sempre, isto é, que não há a possibilidade de separação como no casamento. Diga ao seu filho que irá ter sempre a mãe e o pai do seu lado, e que estes o amam profundamente.
3. Explique o que se passa
Conte-lhe o que se está a passar. Ele faz parte da família e está directamente envolvido na situação. Mesmo sendo criança ou adolescente tem o direito de saber o que se passa. Por vezes esconder para supostamente proteger não é uma boa estratégia pois não prepara a criança para a fase de mudança. Diga-lhe simplesmente que a mãe e o pai se desentenderam e que não gostam mais um do outro. Diga-lhes que isso acontece por vezes e dê exemplos positivos de outras crianças que viveram a mesma situação. Repita as vezes que forem necessárias a dica 2: que os pais separaram-se um do outro mas que não se vão separar nunca dele. Ele vai precisar de ouvir isso muitas vezes.
4. Não explique tudo
Há assuntos que são apenas dos adultos e de igual modo um filho não é o melhor amigo para se contar tudo. Explique apenas o necessário e proteja os seus filhos de certas informações.
5. Não culpe o outro à frente do seu filho
Esta parte também poderá ser bem difícil. A separação envolve frequentemente sentimentos de zanga, de desilusão e de rejeição. Mesmo que sinta imensa vontade de culpar o outro e tenha inúmeras razões para o fazer, não o faça à frente do seu filho.
6. Não se culpe à frente do seu filho
Frequentemente o fim de uma relação traz consigo o sentimento de fracasso, e no íntimo haverá alguns resíduos de auto-culpabilização. Não só não se culpe à frente do seu filho como igualmente permita-se ir-se desculpando.
7. A culpa não é dos filhos
Muitas vezes as crianças no espaço do consultório revelam sentir culpa pelo que aconteceu. Para além do mais acham-se ser mais um problema que os pais têm que resolver numa altura de desentendimento. Procure dizer ao seu filho que ele não tem culpa nenhuma do que está a acontecer e repita a dica 2.
8. Todas as crianças têm direito a um pai e a uma mãe
Não prive o seu filho do pai ou da mãe. Naturalmente terá as suas razões para sentir desilusão e amargura face ao outro, mas procure não misturar emocionalmente as coisas. Para uma criança é importante a oportunidade de crescer com a mãe e com o pai. A separação do casal não tem de significar que a criança se separe de um dos progenitores. Pelo contrário. Tanto a mãe como o pai têm a responsabilidade parental de fazer os filhos sentirem que estarão presentes nas suas vidas da melhor forma que conseguirem, mesmo que a gestão do tempo seja diferente e que não seja fácil para os adultos ultrapassarem esta fase de desentendimento.
9. Rotinas
Procure reorganizar as suas rotinas e as rotinas do seu filho. Mesmo sendo um período de muitas mudanças, gradualmente será relevante voltar-se a uma nova rotina que seja securizante para todos e em especial para as crianças.
10. Discussão
Por vezes é difícil evitá-las mas pelo menos não as tenha em frente do seu filho. Há crianças que ficam extremamente tristes nesta fase do divórcio porque os pais estão sempre, sempre a discutir, e elas sentem-se preocupadas com eles.
11. Amizade versus Funcionalidade
Não tem que ser amigo ou amiga do seu ex. O que será importante é existir uma funcionalidade na comunicação e na reorganização das rotinas.
12. Canais de comunicação e Intermediários
Experimente diversos canais de comunicação entre ambos: pessoalmente, por telefone, por sms, por mail, ou por outro meio. Mas tente comunicar, mesmo que não seja fácil. Se possível, escolha um intermediário da sua família, da família do seu ex ou outra figura (escola, médico, psicólogo), que tenha uma posição mais diplomata e mais isenta, para poder ser uma ponte de comunicação.
13. Duas percepções da mesma realidade
Os filhos de pais separados rapidamente descobrem que frequentemente existem duas percepções diferentes da mesma realidade, a da mão e a do pai, e que não existe necessariamente uma que seja a verdadeira e outra que seja a falsa. Na sua diplomacia e tentativa apaziguadora, os filhos procuram muitas vezes validar ambas as percepções, não tomando posições.
O que eles querem dizer é que gostam da mãe e do pai e que não querem ter que escolher um deles, em detrimento do outro.
Com o tempo, muitas vezes acaba por existir uma terceira percepção: a dos filhos.
14. Aproveite os momentos
Desfrute os momentos em que está com os seus filhos e igualmente aqueles em que estes não estão consigo. Viva tranquilamente e com satisfação os momentos simples ou os especiais, pois a vida é isso mesmo: momentos.
15. Procure apoio
Como foi referido no início deste artigo, a separação ou divórcio são fases geradoras de imenso stress.
É naturalíssimo que sinta diversas vezes variadas emoções negativas e que por vezes não saiba bem o que fazer. Estar fora do problema é sempre bem diferente de estar dentro dele.
Nesses momentos procure ajuda. Existem diversos profissionais com respostas adequadas e que a ajudarão a si ou ao seu filho.
16. Novos Projectos
Depois da tempestade vem a bonança. Por isso, recorde-se que esta fase também significa novos projectos e novas descobertas.
Dr. Hugo Santos
Homeopatia prática para bebés e crianças
Que ponha o dedo no ar quem nunca desesperou ao ver o seu bebé a contorcer-se e a chorar desconsoladamente com cólicas. Deve ser, possivelmente (digo eu), o maior pavor dos pais. Mas há soluções bem práticas para pôr fim às ansiedades e para apaziguar o desconforto dos mais pequenos nestas situações. «Homeopatia prática para bebés e crianças», da Arteplural Edições, é um guia precioso para os pais proporcionarem bem-estar e saúde aos seus filhos. Acreditem que é verdade!Este guia ajuda a diagnosticar o problema, explica as causas frequentes e eventuais complicações, segue-se o tratamento e, por fim, uma «caixa» onde são dados conselhos sobre o que fazer consoante a situação.
«Homeopatia prática para bebés e crianças» vem dividido em capítulos, de fácil consulta, entre os quais se destacam «A chegada a casa», «O aleitamento materno», «O desmame», «Usar o bacio», «A linguagem», «A utilização dos remédios», «Birras», «Perturbações do sono», entre muitos outros. Por fim, o índice dos remédios homeopáticos aconselhados, uma alternativa aos medicamentos convencionais.
Como dar o biberão, quantos biberões se deve dar por dia e a quantidade de leite, o que fazer quando a criança se recusa a comer, quando e como introduzir o bacio são algumas das questões abordadas neste livro.
Por exemplo, no capítulo dedicado às «Perturbações do sono», explica-se que até aos 2-3 meses é normal o bebé acordar durante a noite porque tem fome e porque ainda não distingue o dia da noite. Dúvidas como se o bebé pode dormir no quarto dos pais, se o mais indicado é a criança adormecer num ambiente tranquilo ou mais ruidoso também são esclarecidas, entre muitos outros temas.
«Homeopatia prática para bebés e crianças» pode, de facto, ajudar em muito aqueles que planeiam ser pais ou aqueles que já o são. Recomendo!
8 de fevereiro de 2010
21 semanas

O seu corpo
Desejo sexual estará em altas esta semana. Deve-se a, quase como tudo na gravidez, às hormonas. Ter relações sexuais é perfeitamente saudável- Se sente à vontade e confortável, deve fazê-lo. Devido ao tamanho da sua barriga, a procura por uma posição confortável pode ser algo divertido!
Ao fazer sexo, está a exercitar os músculos pélvicos, o que vai ser muito bom para o parto.
Se o médico, por alguma razão, não recomendar, não deixem de namorar, pois é importante preservar os momentos a sós ;)
Dentro da barriga:
O aspecto do seu bebé começa a ser muito semelhante ao que vai conhecer. As suas caracteristicas faciais estão formadas, o seu cabelo já está a crescer.
O seu coração está mais forte e podem ser ouvidos pelo estetoscópi. Se tiver um, oiça e delicie-se.
A esta altura, a medula óssea está a criar células de sangue (os glóbulos brancos).
Os seus intestinos já estã a funcionar e ele absorve açúcar contidos no líquido amniótico, que, segundo os especialistas, desenvolve o sistema digestivo.
Ele pesa 310 gramas, aproximadamente, e pesa 18 cm.
Vida de Grávida
Continue a trabalhar no futuro quarto do bebé.
Se desejar, pode fazer cromoterapia, uma técnica chinesa que tenta, através das cores, procurar o equílibrio e harmonia do corpo e da mente. Esta terapia pode evitar problemas como hiperactividade, insónias e mau temperamento, devido à filosofia das cores. Decorre o quarto com cores suaves e pastéis.
3 de fevereiro de 2010
Internet a mais pode deprimir
Utilização compulsiva do mundo virtual está em geral associada a problemas psicológicosA navegação em excesso na Internet e a depressão podem andar ligadas e, em geral, quando isso acontece, existe um comportamento compulsivo por parte dos utilizadores, que pode ser comparável ao dos jogadores compulsivos.
Psicólogos britânicos realizaram o primeiro estudo em larga escala para avaliar esta questão numa população europeia e descobriram que as pessoas que passam muitas horas a surfar na Internet têm mais tendência para apresentar sintomas de depressão do que a generalidade da população. Os resultados são publicados esta semana na revista Psychopathology.
A equipa de investigadores, liderada pela psicóloga Catriona Morrison da Universidade de Leeds, no Reino Unido, avaliou um total de 1319 pessoas com idades compreendidas entre os 16 e os 51 anos e verificou que uma parte das pessoas tinha desenvolvido comportamentos de adição em relação à navegação virtual.
Os psicólogos descobriram, na amostra estudada, que 1,2 por cento das pessoas (15, neste caso) estavam nesta categoria. Embora o número seja pequeno, os investigadores sublinham que esse valor é, mesmo assim, superior à percentagem de jogadores compulsivos no Reino Unido, que é de 0,6 por cento.
"A Internet desempenha hoje um papel muito importante na vida moderna, mas os seus benefícios são acompanhados por um lado negro", afirmou a propósito a líder da equipa, Catriona Morrison. E sublinhou: "Enquanto a maioria de nós usa a Internet para pagar contas, fazer compras e pesquisas e para mandar e-mails, há um pequeno grupo da população que não consegue controlar o tempo que passa online, ao ponto de isso interferir com as actividades da vida diária."
Proporcionalmente, estas pessoas viciadas na Internet passam muito tempo em páginas com conteúdos de carácter sexual, ou de jogo online ou ainda em sites de chats, de acordo com os resultados do estudo.
"A nossa investigação indica que a utilização excessiva da Internet está associada à depressão. Mas o que nós não sabemos ainda é o que vem primeiro: se são as pessoas deprimidas que se entregam à Internet ou se é esta navegação excessiva que está na origem da depressão", adiantou a líder do estudo, notando que "o que é muito claro é que para um pequeno grupo da população estar muitas horas a navegar no mundo virtual pode ser um sinal de tendências depressivas".
O estudo, sublinham os autores, reforça a noção de que o uso da rede virtual para substituir virtualmente determinadas funções sociais pode estar associada a problemas psicológicos, como a depressão ou os comportamentos compulsivos de adição.
in http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1485326&seccao=Tecnologia
2 de fevereiro de 2010
Carlos no Ìdolos
Tenho, por isso, acompanhado o programa Ìdolos e foi com grande decepção que vi vários talentos serem excluídos.
Desde os castings que reparei no Carlos, pareceu-me uma pessoa empenhada e cheia de talento.
Ao longo das galas pude comprovar que, tal como todos os outros, competeu alguns erros - perfeitamente admissíveis para um jovem pouco experiente e sem formação musical, mas que veio a crescer e a mostrar todo o seu potencial.
Ao contrário de outros concorrentes seguiu sempre as opiniões e sugestões do júri, não se mexendo tanto durante as músicas ou nas próprias escolhas musicais.
Mas parece que o público não se tem preocupado com a qualidade, empenho e talento dos concorrentes mas sim pelas caras bonitas.
Será que quem tem votado tem a consciência do que vale um curso numa escola de música em Londres, para uma pessoa que estuda teatro e cujo futuro se quer ver na área das artes e espectáculo?!
Não devem ter! Não podem ter!
Pois se tivessem não deixariam que o Filipe, que tem talento, é verdade, para aquele género de música que tanto defende como sendo a "sua onda", que entrou neste concurso com dúvidas, que quando fala de futuro apenas fala do seu curso superior e na música enquanto hobby.
Quanto à Diana tem imenso talento, sem dúvida, é muito versátil, mas onde é que se permite que um concorrente seja avaliado por um familiar?
Familiar esse que quando se apercebeu da qualidade do Carlos, deixou de o defender e exaltar a suas qualidades para apontar erros onde não existem.
Enfim, e assim pára o nosso país... é com tristeza que verifico que as aparências e amigos continuam a valer mais...
Deixo aqui 2 actuações, não foram as melhores ou aquelas onde o seu talento seja mais visível, mas são as 2 músicas que mais me tocaram.
You are not alone
When a man loves a woman
Sling
Se faz o nosso bebé sentir-se melhor, nós queremos!Papá, compras para nós?
Depois de ter passado nove meses na barriga, com o calor, o bater do coração e os movimentos da mãe, o bebé continua, após o nascimento e ainda durante muitos meses, a precisar deste refúgio que é o colo.
E neste sentimento de confiança, o bebé vai poder crescer saudável e feliz.
A mãe/o pai, no mesmo tempo, vai poder dar ao seu bebé o que precisa, e guardar as mãos livres para cumprir as suas tarefas do dia-a-dia. Durante os seus primeiros meses de vida, se o bebé tiver cólicas, observamos que elas se tornam menos intensas, e até se podem acalmar quando o bebé está colocado num pano ou num sling, em posição vertical barriga com barriga. Isso é provavelmente devido ao facto de estar aconchegado com quem o transporta, mas também de estar escondido no tecido (retirado mas não isolado da agitação do mundo), e de estar numa posição com partilha do calor humano, que favorece a digestão e a descontracção dos músculos da barriga.
Cólicas ou não, um estudo publicado em 1986 no jornal americano Pediatrics demonstra que os bebés transportados pelo menos 3 horas por dia choram menos (43% durante o dia e 51% a noite).
Um bebé transportado num porta-bebé de tecido tem geralmente um sono de muito boa qualidade. Adormece muito facilmente logo que o necessita e acorda quando dormiu o suficiente. Se for acordado de surpresa, logo volta a adormecer sem dificuldade. E bem dormir durante o dia não estorva-o bem dormir a noite pois ele aprende rapidamente a diferençar o dia, em movimento no porta-bebé, e a noite, na escuridade deitado na sua cama.
Quanto mais próximo estiver dum recém-nascido, mais fácil se torna sentir e entender as suas necessidades. Aprendem a conhecer-se um ao outro mais rapidamente. A confiança em si-mesmo e nas suas capacidades de pais são reforçadas, o que é essencial nas semanas de fragilidade que seguem o nascimento. O bebé sente-se entendido e satisfeito, e do lado da mãe os riscos de depressão pós-parto são reduzidos. Sublinhamos que os bebés levados num porta-bebé de tecido não se tornam caprichosos ao ser assim transportados! Pelo contrário, as suas necessidades tendo sido ouvidas e satisfeitas desde a mais tenra idade, eles crescem com serenidade, confiança e autonomia, e aceitam bem os limites que lhes forem impostos ao longo do crescimento.
Os casamentos são à prova de bebé?
Os dias parecem diferentes; os momentos de esperança aumentaram de frequência, em contraponto com a nostalgia e o enfado; cresceu a energia física e mental, que fazia emergir projectos para a vida, saídos de inusitados arquivos mortos e à revelia da idade; melhorou a comunicação no casal, embora mais monopolista nos temasVirá a suceder algo semelhante com os seus filhos, há pouco recém entrados no clube dos pais, ou os bebés poderão vir a desempenhar, mais agora que dantes, um protagonismo desafiante à solidez dos casamentos?
A resposta a esta questão é, como todas as outras reflexões sobre o casamento, seus obstáculos à estabilidade ou factores de reforço ao seu edifício, uma função de dados casuísticos e da análise aos elementos que se apresentam como ameaças ou apoios. No caso vertente impõe-se estimar as ameaças.
Assumindo que falamos de um casamento que não tenha resultado de uma resposta equívoca a um relacionamento sem futuro, ou de um acto gratuito de mera exibição social – qualquer destes, parece, em crescendo de popularidade – e que a decisão de ter um filho foi reflectida, partilhada e mutuamente desejada pelo casal, unido há, pelo menos mais de um ano, os factores de eventual desestabilização do casamento pela vinda do bebé cairão, provavelmente, dentro de uma ou várias destas categorias de fenómenos:
- Cansaço e inadaptação às tarefas associadas ao cuidado do bebé (aleitamento, fraldas, ritmos de sono, preocupações com saúde, gestão do tempo; partilha de tarefas);
- Alterações no relacionamento afectivo e sexual (diminuição do desejo feminino, dificuldades com a imagem física, medo de nova gravidez, “ciúmes”, menos disponibilidade para o diálogo, falta de intimidade e rejeição relativa por parte do marido);
- Ausência de tempos lúdicos, coarctação da liberdade individual e redução da atenção no casal, e
- Emergência de conflitualidade pelo aumento da ansiedade interpessoal e pelas frustrações quanto às expectativas dos supostos papéis de cada um.
Para enfrentar estas dificuldades, se sentidas, e não transformar o sonho da maternidade num prenúncio de falência do casamento, imputando, mesmo que “inconscientemente”, as culpas ao bebé, com todas as consequências prejudiciais daí advindas, é necessário que o casal compreenda a natureza das contrariedades que defrontam e procure o conhecimento, o entendimento e a determinação para lhes resistir. Este pacote de competências pode e deve ser procurado no bom senso individual, na reserva de perseverança que a decisão de serem pais deveria ter edificado e, a par do aconselhamento dos mais próximos com experiências semelhantes, num apoio psicológico especializado.
Por simples dedução poderá verificar-se que o hipotético casal de pais do início da prosa, com muitas ou poucas crises relacionais por causa do nascimento dos seus filhos, conseguiu chegar... a “ netos”. E, certamente, gostariam de transferir para a descendência, integrada na memória histórica, a “arte” de vencer os conflitos no casal – fossem eles despertados, ou não, pelo advento de um bebé. Mas isso é quase uma impossibilidade, porquanto existe uma miríade de factores, uns aleatórios, como a personalidade da própria descendência e a natureza dos cônjuges, e outros, mais dependentes da conjuntura afectiva, social e económica em que a prole seja gerada, com especial relevo para a qualidade da sintonia no desejo de serem pais.
De qualquer modo aceita-se aqui que a história familiar dos pais possa ter alguma influência na história familiar dos filhos: se há, para o bem e para o mal, uma importante reprodução afectiva, cultural e económica nas famílias, os valores e princípios envolvidos na gestão dos afectos também se reeditam.
E, entre eles, o modo como lidar com os filhos e os embaraços que lhes estão associados pode ter um papel fundamental no casamento. Não será de descurar, portanto, neste particular, o ditado: Casa de pais, escola de filhos.
Os casamentos são à prova de bebés? É bom que assim seja, mesmo que para que isso suceda se tenha que lutar com algum ardor em batalhas que não eram, de todo, antes imaginadas. Até porque é muito importante que os bebés que vêm ao mundo se sintam, eles sim, à prova de casamentos!
Sexólogo
Colaborador do Portal dobebe.com
in http://www.dobebe.com/familia/53/1219-os-casamentos-sao-a-prova-de-bebes.html
Signo da Mãe
Numa pesquisa encontrei esta relação entre o signo da Mãe e a forma como esta lida com o seu filho.Bem, tendo em conta que eu já sou um pouco assim, o meu filhote vai ter que ser muito arrumadinho :)
Agora falta encontrar a relação com o signo do Pai, parece-me que as diferenças entre pessoas do mesmo signo, como é o nosso caso, diferem bastante consoante o género - avaliar por alguns pontos abaixo em que não vejo o Papá ser assim!
Virgem:
As mães de signo Virgem são muito meticulosas e cuidadosas com a higiene e a alimentação dos seus filhos. Cuidam deles de forma zelosa mas têm um grande sentido prático que as ajuda a actuar sempre de forma apropriada, mesmo quando eles estão doentes ou quando acontece algum imprevisto. As mães deste signo são muito exigentes e por vezes perdem a paciência se o quarto dos seus filhos não está arrumado ou se eles não se mostram responsáveis no cumprimento das suas tarefas. Têm uma grande preocupação com a ordem e não suportam viver no meio da confusão. Criam rotinas diárias para os seus filhos e ensinam-os a respeitá-las.
Veremos...
Nascimento Psicológico

Se o feto passa cerca de 9 meses dentro do ventre materno e se torna independente fisicamente após o parto, fase demarcada como o início da sua vida, apesar da vida já existir e pulsar antes, o nascimento psicológico ocorre fora do útero, no processo da interacção social.
De facto os bebés humanos são diferentes da maioria dos mamíferos. São extremamente imaturos e dependentes e precisariam de mais cerca de 9 meses de gestação para nascerem com as mesmas características precoces dos outros primatas, nomeadamente o tamanho do cérebro, a calcificação e os níveis globais de desenvolvimento.
Quando nasce, o cérebro do bebé humano tem apenas um quarto do seu tamanho final, enquanto na maioria dos mamíferos o crescimento cerebral é um fenónemo exclusivamente fetal, o que poderá ser explicado em termos adaptativos pelo facto de ser incompativel um desenvolvimento mais avançado com a passagem no canal pélvico na altura do parto.
Assim o nascimento psicológico de um bebé dá-se fora do útero materno, no processo da interacção social com a Mãe, entendendo-se por “mãe” a pessoa ou pessoas que cuidam da criança de um modo contínuo e sistemático. A relação mãe/bebé é o protótipo de todos os relacionamentos sociais e, ao mesmo tempo, a semente do indivíduo. É a Mãe que acumula na sua individualidade a sua história pessoal, a estrutura e o funcionamento familiar, a classe social a que pertence, o seu grupo cultural e, em última análise a história de toda a humanidade e é ela que transmite ao bebé o universo onde este está inserido.
O nascimento psicológico é o produto de uma relação e o fruto de uma conquista. Há um inter-relacionamento onde dois seres interferem e modificam-se mutuamente: o bebé condiciona a mãe tanto quanto esta o faz, embora em níveis e modos bastante diferentes.
Enquanto a "gestação psicológica" é fruto da presença materna, o "parto psicológico" é fruto da ausência da mãe. O nascimento psicológico ocorre porque, entre a sensação de necessidade e o seu desaparecimento através da satisfação, há demoras. Estas demoras - a falta - desempenham um papel fundamental no desenvolvimento adaptativo. É a angústia perante a ausência da mãe que faz com que o bebé a recrie na sua mente e a represente mentalmente, mesmo na sua ausência, tomando consciência que afinal ele existe fora do corpo da mãe.
Nascer para os bebés humanos no seu todo, fisíca e psicologicamente, revela-se-nos como um processo mais longo, de troca de experiências, de troca de olhares, de comunhão de almas, onde o desejo e o amor incondicional, ficam impregnados nos genes do bebés e condicionam o seu comportamento ao longo das suas vidas.
Ame e Mime o seu Bebé, dentro e fora do útero!!
1 de fevereiro de 2010
Mais algumas fotos...
A Primeira ida do nosso bebé ao Estádio da Luz
Continua dentro da barriga da Mamã, foi no dia 25 de Janeiro, fomos ao jogo de beneficiência para com o povo do Haiti.



