18 de junho de 2010

Fotos das 38 semanas

E às 38 semanas e 2 dias estávamos assim...

Como amamentar o bebé?

Dicas para amamentar correctamente o bebé:


- Utilizar uma almofada para apoiar o bebé,

- Pegar no peito com a mão em "C" não tocando na auréola,

- A barriga do bebé deve estar virada para a barriga da Mãe,

- O bebé deve colar os seus lábios na auréola e não pegar só no bico,

- Como saber se está a beber leite suficiente?

. Devemos ouvi-lo engolir, durante cerca de 15 a 20 min,

. O bebé deve sujar 6 a 8 fraldas com xixi (muito molhadas),

. e 3 a 4 fraldas com cocó (cor amarelo mostarda), por dia.


- Posição bola de basebol (muito confortável e ajuda o bebé a manter-se acordado durante mais tempo)

. O corpo do bebé deve estar sempre colado ao da mãe, com a barriga colada ao corpo da mãe.


- Quando trocar de peito?

. 15 a 20 min depois, quando o bebé abrandar o ritmo, retirar do peito, colocá-lo a arrotar e oferecer ooutro peito, o bebé pode pegar ou não. Caso ele não pegue é porque está satisfeito, não insisitir,

. nos primeiro dias, em que a mãe apenas produz colostro pode mudar de peito sempre que quiser pois a componente calórica e constituição do líquido é sempre igual,

. a partir do momento da subida do leite é importante que o bebé beba o conteúdo de um dos peitos até ao fim por forma a adquirir todos os componentes, que ao longo da mamada vão sendo diferentes, caso depois de beber de um peito e arrotar ele pegar no outro peito não há qualquer problema, mas como provavelmente não irá beber muito mais, na próxima mamada é importante oferecer o mesmo peito.


- É possível ter algumas dores no inicio, mas se forem quase insuportáveis é porque a pega do bebé ao mamílo e auréola não está a ser bem feita.

- Procurar médico/ enfª se tivermos os mamilos a sangrar ou rachados.



O parto - vídeos

Vídeo de um parto vaginal.
Em Portugal ainda não se fazem partos em pé, apenas deitadas ou na posição semi-sentada.



Parto vaginal em 3D



Parto por cesariana

Massagem para bebés

Um óptima técnica de relaxamento e, pelo que me parece, é tanto para o filho como para a Mãe :)

17 de junho de 2010

Noites em claro

Muitas crianças têm noites agitadas não permitindo aos pais o descanso nocturno. As causas são várias e convém conhecê-las para utilizarem as medidas mais adequadas.


Recém-nascido

Durante os primeiros dias é natural que os bebés recém-nascidos acordem muitas vezes durante a noite e durante o dia. O bebé terá de se ambientar aos múltiplos estímulos visto vir de um mundo calmo e sem estímulos violentos – o útero materno. Os sons eram amortecidos pelo líquido amniótico e pela bolsa, a luz era apenas sentida como uma penumbra e a temperatura era quase inalterável.

Agora o bebé terá de se adaptar ao mundo. É pois natural, que embora durante os primeiros tempos durma cerca de dezasseis a vinte horas por dia, acorde várias vezes a chorar. O bebé sente-se inseguro e a mãe deve falar-lhe para que sinta a sua voz e se acalme. A sua proximidade e o seu cheiro vão acalmá-lo.

Também é natural que o bebé tenha fome dado que nesta altura ainda não tem a rotina da amamentação instituída. A mãe deve ter calma e não ficar ansiosa para que a sua ansiedade não se transmita ao bebé. A melhor forma para que o bebé se habitue ao novo ritmo é sempre que acabar de o amamentar e de o fazer arrotar, deitá-lo no seu berço. O bebé nesta idade não necessita que o mantenha ao colo por muito tempo. A mãe deve cuidar para que o bebé não se sinta desconfortável com a fralda molhada, com ruídos fortes ou luminosidade intensa.

Bebé

A partir do primeiro mês o e até completar o primeiro ano o bebé continua a dormir muito. Todavia, as horas de sono são mais repartidas. O bebé dorme sonos mais longos durante a noite e sonos mais curtos durante o dia. Os tempos de sono diurno são repartidos por várias sestas.

A partir dos 3 meses e até aos 6 meses os sono da noite pode durar nove horas seguidas e a partir desta idade o seu sono nocturno pode alargar-se entre as dez e as doze horas. A partir do primeiro ano e até aos três as crianças continuam a dormir diariamente cerca de treze a quatorze horas. Os sonos diurnos vão-se reduzindo a um único período – a sesta da tarde.

Durante os primeiros meses podem ocorrer várias crises de choro. Para elas contribuem várias causas:

O dia e a noite – Nos primeiros meses o bebé vai aperceber-se das alterações – dia/noite – e é natural que tenha crises de choro durante a tarde porque pode sentir-se inquieto quer com os ruídos quer com a luminosidade. Perante estas crises os pais não devem parar de fazer ruídos ou insonorizar o quarto do bebé ou, para evitar a luz, colocarem o quarto permanentemente às escuros.

A criança vai ter de se habituar às diferenças dia/noite e para a acalmar não há nada como, depois de verificar que não está incomodada com a fralda suja ou com fome, pegar-lhe suavemente, afagá-la e colocá-la de novo na caminha. Para que sinta a sua presença, pode fazer-lhe umas festas suavemente até que pegue de novo no sono.

As cólicas – São fáceis de reconhecer, o bebé cerra os punhos, flexiona as perninhas e chora desesperadamente. Ocorrem geralmente a partir das quatro semanas e podem prolongar-se até aos quatro meses. Surgem geralmente ao fim da tarde e é difícil conseguir confortar o bebé.

Aconselha-se a que os pais massagem suavemente a barriguinha do bebé no sentido dos ponteiros do relógio – podem fazê-lo aplicando óleo morno nas mãos -, o coloquem deitado de barriga para baixo sobre as suas pernas e o embalem suavemente.

Quando o bebé não pára de chorar podem colocá-lo no carrinho de passeio e andar um pouco com ele pela casa. O pediatra pode ajudar prescrevendo um medicamente adequado quando o bebé sofre durante largos períodos de tempo com este transtorno.

A angústia da separação – Cerca dos oito meses o bebé começa a sentir a ausência dos pais. Nesta altura o bebé também já saiu do quarto dos pais e quando se sente sozinho é natural que chore quando acorda durante a noite. Muitas vezes acorda e depois de choramingar consegue adormecer de novo sem a interferência dos pais.

Contudo, quando isto não acontece e para que o bebé se sinta seguro, os pais devem dirigir-se ao quarto da criança, falar-lhe suavemente e aconchegá-lo para que ele sinta a sua presença e adormeça de novo. Isto pode acontecer várias vezes durante a noite mas, em caso algum – excepção para os casos em que a criança está muito doente – os pais devem levar a criança para a sua cama.

Medo do escuro – A interrupção do sono nocturno com ataques de choro provocados pelo medo que a criança tem do escuro, começa apenas a acontecer a partir dos dois anos, altura em que a criança já tem uma capacidade imaginativa muito grande. Assim, quando a criança acorda e se encontra na penumbra do quarto pode imaginar que um monstro está a abanar o cortinado ou que o cão do vizinho, que é muito mau, se encontra escondido debaixo da sua caminha.

O estalar da mobília pode ser um sussurro terrível. Nestes casos, os pais devem dirigir-se ao seu quarto quando chora e acendendo a luz, mostrar à criança que nada existe no quarto que lhe possa fazer mal se necessário, os pais podem verificar com a criança todos os cantos do quarto.

Inclusive, para que a criança fique descansada, abrir as gavetas e verificar com ela o interior do roupeiro. Depois da criança ficar sossegada, devem deitá-la e aconchegá-la dizendo que estarão atentos e vigilantes. Se necessário, os pais devem deixar uma luz de presença acesa durante a noite e a porta do quarto da criança entreaberta.

Pesadelos – É também a partir dos dois anos, e por um período que se pode manter até cerca dos seis, que a criança pode acordar repentinamente com pesadelos. Geralmente grita e não consegue desligar-se dos sonhos maus. Pode sonhar com algumas situações que vivenciou durante o dia e que agora se transformam em pesadelos durante a noite.

Nestes casos só o carinho e o amor a podem acalmar. Os pais devem tentar acalmar a criança falando um pouco com ela. Oferecer-lhe um copo de leite morno e mimá-la durante uns minutos. A criança tem que se sentir apoiada e segura pelo amor dos pais. Também nestes casos é natural que a criança se levante e se dirija para o quarto dos pais para se abrigar na sua cama.

Os pais não o devem permitir e devem acompanhar a criança de novo ao seu quarto para que aí permaneça. Nos casos em que a criança faz estas peregrinações várias vezes numa só noite, muito embora os pais se sintam cansados e desejosos, também eles, de descansar, a verdade é que a melhor solução não é deixar que a criança permaneça na cama do casal.

Estabelecer rotinas

O mais importante para que a criança tenha sonos descansados é que aprenda a dormir. Para isso há que estabelecer rotinas desde o início. As rotinas são importantes para que a criança aprenda a conhecer as sequências temporais. Geralmente as melhores rotinas iniciam-se com um banho, seguido de uma massagem calmante. Depois convém que a criança tome a sua refeição calmamente e que não tenha estímulos que a possam excitar antes de se deitar. Na hora de ir para a cama os pais devem manter um ritual:

- Deitar o bebé

- Aconchegá-lo

- Cantar-lhe uma canção de embalar

- Despedir-se carinhosamente com um beijinho de boa noite.

Esta rotina deve ser mantida diariamente sem oscilação nos horários. Com ela, o bebé vai adaptar o seu ritmo biológico aos horários de sono marcados pela rotina e os seus sonos serão mais calmos.

Com as crianças mais crescidas, a partir dos dois anos, convém que para além das rotinas estabelecidas, os pais não permitam que entre o período do fim de jantar e a hora de ir para a cama, a criança tenha brincadeiras violentas como por exemplo, jogar à bola ou às escondidas ou ver televisão. Pode desenvolver actividades tranquilas como, pintar um livro, montar uma torre ou fazer um puzzle. Isto é importante para que a criança esteja calma na hora de dormir.

como prevenir o risco de morte súbita nos lactentes

É uma das grandes preocupações dos recém-papás. Se os pais seguirem algumas das dicas aconselhadas pelo pediatra Armando Fernandes, certamente estarão a contribuir para que os seus receios tenham cada vez menos fundamento.

Quais as principais causas da síndrome de morte súbita do lactente?

Apesar das causas para a síndrome de morte súbita do lactente ainda não estarem totalmente esclarecidas, um estudo recente sugere que estes lactentes apresentam alterações ao nível do tronco cerebral, nomeadamente um defeito no transporte de serotonina, em zonas que controlam as funções respiratórias, cardíacas, arteriais e térmicas. Estas alterações fazem com que o cérebro não desencadeie mecanismos de reacção/recuperação, quando há problemas naquelas funções, levando à morte súbita do lactente.

Há alguma forma dos pais ajudarem os bebés a recuperar perante uma possibilidade de morte súbita. Como?

Alguns lactentes poderão experimentar “episódios de aparente risco de vida”, deixando de respirar por alguns segundos, recuperando rapidamente após estimulação. Assim, a ajuda (estimulação) imediata pode salvar estes lactentes. Se após a estimulação o lactente não respira e/ou o coração não bate, devem iniciar-se imediatamente as manobras de suporte básico de vida (assegurar a permeabilidade das vias aéreas superiores, respiração boca-a-boca, massagem cardíaca externa, etc.) e contactar o 112!

Qual a importância dos monitores de apneias nestes casos?

Existem diversos modelos de monitores domiciliários de apneias, que avisam quando o bebé tem uma pausa respiratória superior a determinado espaço de tempo. Alguns colocam-se debaixo do colchão (BABYsense®), para sentir o movimento torácico, outros colocam-se presos à fralda (Respisense®), para sentir os movimentos do abdómen com a respiração.

No entanto, só se indicam em raras ocasiões como: famílias com história de um filho anterior que sofreu a síndrome de morte súbita do lactente; lactentes de risco nascidos prematuros e de baixo peso; lactentes que sofreram “episódios de aparente risco de vida” (apneias, síncopes, cianose ou palidez súbita, episódios de hipertonia ou hipotonia).

O seu uso por rotina não se recomenda já que oferece muitos falsos positivos, ou seja, tocam frequentemente, independentemente do bebé ter uma apneia ou não. Por isso, se os pais pretenderem comprar os referidos monitores devem discutir este assunto com o pediatra assistente.

Como se pode tranquilizar os pais, tendo em conta que este constitui um dos pânicos mais comuns dos recém-papás?

Pessoalmente, na primeira consulta do recém-nascido abordo delicadamente esta temática, averiguando se existem factores de risco para a síndrome de morte súbita do lactente e aconselho os pais a evitarem os referidos factores. Em situações particulares (famílias com história de um filho anterior que sofreu a síndrome de morte súbita do lactente; lactentes de risco nascidos prematuros e de baixo peso; lactentes que sofreram “episódios de aparente risco de vida” (apneias, síncopes, cianose ou palidez súbita, episódios de hipertonia ou hipotonia) aconselho a compra de monitores de apneias.

Dicas para prevenir o risco de morte súbita

Apesar das causas para a síndrome de morte súbita do lactente ainda não estarem totalmente esclarecidas, o que sabemos é que existem factores de risco que devem ser evitados. De forma sucinta, a síndrome de morte súbita do lactente pode ser diminuída se os pais, em especial a mãe, tomarem as seguintes atitudes:

·O bebé deve dormir no quarto dos pais nos primeiros meses de vida;

·Os pais devem escolher, para o berço do bebé, um colchão com tecido de fibra mais resistente e evitarem colocar o bebé em superfícies pouco estáveis, como almofadas/travesseiros fofos e altos, sofás, colchões de água, almofadas, colchas, edredões, etc.

·O bebé deve dormir de costas;

·A mãe não deve fumar ou estar exposta ao fumo de tabaco durante a gravidez. O recém-nascido e o lactente também não devem estar expostos ao fumo de tabaco;

·Recomenda-se que os pais destapem a cabeça do bebé para dormir;

·Não devem aquecer demasiado o bebé;

·Os bebés não devem ser colocados a dormir na cama de adultos;

·Promover o aleitamento materno (se possível, pelo menos nos primeiros seis meses de vida);

·Promover o uso da chupeta pelo bebé ao dormir durante o primeiro ano de vida.

O factor mais importante parece ser a posição do lactente ao dormir que deverá “dormir de preferência de costas, se o médico não contra-indicar” como referido no Boletim de Saúde Infantil e Juvenil e preconizado pela Direcção Geral de Saúde desde 1990. Assim, Portugal foi o segundo país da Europa a ter uma norma oficial sobre este assunto.

Dar ou não dar água aos bebés?

Eis a questão! Esta é uma das maiores dúvidas dos pais. A nutricionista Aline Denise Maia explica-lhe tudo o que precisa saber sobre as necessidades deste líquido para os os mais pequenos.

Ao nascer, o corpo do bebé tem cerca de 75% de água. Este líquido desempenha um papel fundamental na vida de todos nós pois ajuda a equilibrar o organismo, a regular a temperatura corporal, a eliminar substâncias indesejáveis, entre outras vantagens. As quantidades de água necessárias variam de pessoa para pessoa.

Sabe-se que uma pessoa pode ficar 40 dias seguidos sem comer mas não pode passar mais de uma semana sem beber água. Logo, é evidente que as crianças também precisam de água, especialmente se estiverem perante um calor exagerado. Contudo, a quantidade de água ingerida não deve ser em demasia. Os recém-nascidos incluem-se num grupo à parte, uma vez que, apresentam necessidades hídricas distintas das crianças mais velhas, como veremos de seguida.

Dar água aos bebés? A partir de quando?

“Dar água a um bebé com menos de seis meses é desnecessário e pode mesmo ser perigoso! Um bebé que é alimentado exclusivamente pelo leite materno ou leite especial adaptado, não necessita de água extra a não ser, em caso de perdas significativas de líquidos, através de vómitos, diarreias, febre elevada ou perdas acentuadas de água através do suor”, indica Aline Denise Maia.

O leite materno fornece ao bebé toda a energia e nutrientes de que necessita, durante os primeiros seis meses de vida. “O fornecimento de água extra pode trazer riscos para a saúde”, salienta a nutricionista. Dar água nesta fase da vida “aumenta o risco de mal nutrição uma vez que, o leite materno é substituído por um líquido de pouco ou nenhum valor nutritivo.

Mesmo pequenas quantidades de água ou de outros líquidos podem encher o estômago do bebé e reduzir o seu apetite pelo leite materno”, explica Aline Denise Maia. A amamentação exclusiva, reduz a mortalidade infantil por diarreias e pneumonias, melhora o sistema imunológico, além de garantir o intervalo entre gravidezes.

Papel da água na alimentação do bebé

A água dada ao bebé tem como função, a manutenção da temperatura corporal e a hidratação. Conforme descreve a nutricionista Aline Denise Maia, “a água fornecida em excesso pode ser responsável pela ocorrência de diarreias e de outras doenças infecciosas. Tanto a água como os restantes alimentos, quer sejam líquidos ou sólidos, são veículos e transmissores de agentes patológicos.

Assim, um bebé a quem é fornecida água extra, corre maior risco de exposição a microrganismos causadores de doenças infecciosas”. Dar demasiada água a um bebé com menos de seis meses pode provocar “hiponatremia”, que se trata de uma complicação grave, designada vulgarmente por “intoxicação pela água”.

Amamentação versus água

Na realidade, um bebé alimentado exclusivamente com leite materno, não necessita de suplementação de água. “O hábito de dar água ou outros líquidos (chás, água açucarada e sumos) a bebés que estão a ser amamentados é muito difundido. Muitas vezes, esta suplementação de água é justificada como forma de aliviar as dores causadas pelas cólicas e para servir de calmante mas deve-se fundamentalmente a crenças culturais e religiosas”, salienta Aline Denise Maia.

Dependendo da temperatura, da humidade, do peso e da actividade do bebé, as necessidades médias diárias de líquidos variam entre os 80-100ml/Kg, na primeira semana e entre 140-160ml/Kg no período compreendido entre os três e os seis meses de vida.

“A água presente no leite materno cobre as necessidades do bebé em condições normais e também é suficiente para bebés que vivem em climas quentes e secos. Em caso de diarreia leve, recomenda-se um aumento da frequência da amamentação e em casos mais graves poderá ser necessário recorrer à ajuda de profissionais de saúde”, sugere a nutricionista.

E a partir dos seis meses?

É nesta fase que se inicia a introdução de alimentos variados que complementam as necessidades hídricas das crianças. “A água, a partir dos seis meses de vida, pode ser fornecida através da fruta, dos sumos de fruta, dos vegetais ou sob a forma de água fervida dada após a refeição. Deve-se contudo, assegurar que a água e os outros líquidos não substituam o leite materno”, conclui Aline Denise Maia

Cuidados a ter com a água que se dá aos bebés

- A água da rede pública é submetida a um rigoroso controlo e é, sem dúvida, mais barata do que a água engarrafada. Para que os riscos sejam diminuídos, poderá fervê-la até atingir os 100ºC embora não possamos esquecer que a criação das redes públicas e de saneamento, permitiram uma diminuição da mortalidade por doenças infecto-contagiosas. Será contudo de referir que o consumo de água engarrafada em Portugal tem aumentado bastante na última década, tendo para tal, muito contribuído as campanhas de marketing.

- Em caso de dúvida relativamente à qualidade da água da rede pública, pode optar pela água engarrafada, em embalagens invioláveis mas tendo o cuidado de ir variando de marca devido à sua diferente composição.

- A água deve ser fornecida à criança quando esta está acordada e deve-se ter o cuidado de aumentar o aporte de líquidos nos dias quentes e quando o bebé tem febre.

- Tenha sempre em conta que as crianças precisam de maior quantidade de água do que os adultos uma vez que possuem menos massa corporal.

- A administração de água aos mais pequenos pode ser feita utilizando uma colherzinha ou um copo de aprendizagem e deve deixar o bebé beber a que lhe apetecer.

Os primeiros dias de uma mãe

Os cuidados com o bebé absorvem toda a energia de uma nova mãe.

Mas é essencial não se esquecer de pensar em si própria. Afinal, também acabou de nascer. A avalanche de emoções, nos primeiros dias após o nascimento de um bebé, é natural.

Mas é tão avassaladora que nem sempre se consegue passar por ela de cabeça erguida e com um sorriso constante de felicidade completa. É claro que o bebé é lindo e maravilhoso, mas isso só faz com que os sentimentos negativos pareçam ainda mais despropositados.

Então a culpa – que todas as mães tratam por tu – ataca em força, agravando mais a nuvem que teima em fazer sombra no espírito das mães acabadas de nascer. Insegurança, ansiedade, medo, cansaço, mal-estar físico, confronto com um corpo que não parece ser seu, dificuldades na amamentação são tudo ingredientes que podem fazer de um período tantas vezes idealizado como perfeito uma fase para esquecer.

Não é por acaso que 10 a 15 por cento das mães sofre uma depressão no período sensível que se segue ao parto. Muitas delas tinham anteriormente factores que as predispunham para tal, mas também há casos em que nada fazia prever o surgimento de tal situação.

Convém salientar que, entre muitos factores e circunstâncias, a experiência de parto é decisiva para a forma como a mãe se sente em relação a si própria.

E depois, estar preparada para as emoções contraditórias do pós-parto, para os sentimentos menos bons, para as crises de choro – que são normais -, ou seja, pensar no assunto durante a gravidez e adoptar algumas estratégias que facilitam, na prática, a vida no pós-parto é também decisivo para que os primeiros dias e semanas sejam lembrados sobretudo pelos bons momentos.

Sonhou tanto com o momento de ter o seu filho nos braços e agora que ele está aí, pode acontecer senti-lo como um estranho. O amor avassalador que esperava sentir pode parecer, afinal, estranho e débil.

A tendência, quando tal sentimento de vazio se instala, é duvidar desde logo de ser uma boa mãe. Mas não só esta sensação é normal e frequente, como não tem absolutamente nada a ver com a sua competência maternal. O amor de uma mãe nem sempre surge de rompante no pós-parto. Muitas vezes exige que passe algum tempo, que se descubra e reconheça aquele bebé. Mas acredite que ele acaba por surgir, de forma apaixonada e incondicional.

Sair de casa faz bem à mãe e ao bebé. Passar dias seguidos metida em casa é estar a alimentar a neura, quando o que se pretende é combatê-la. A amamentação, além de todas as vantagens que tem para a saúde do bebé e da mãe, permite saídas de casa descontraídas.

A refeição do bebé está sempre pronta, na temperatura certa, e não exige transportar qualquer material que não esteja incluído em si própria. Assim sendo, não se entregue à inércia e procure sair pelo menos uma vez por dia, para um pequeno passeio.

O carrinho coloca muitas vezes dificuldades logísticas e, para um recém-nascido, o contacto com a mãe nunca é demais. Por isso, opte pelo pano ou pelo canguru, verdadeiros prolongamentos da barriga que o transportou durante nove meses.

Mas sair sem o bebé também deve fazer parte dos seus planos. Procure recomeçar rapidamente as actividades que mantinha antes do parto e que lhe davam prazer, seja exercício físico, a leitura de um livro, ou caminhar. Bastam duas horas para voltar com energias renovadas. O bebé pode ficar com o pai ou com uma avó e, acredite, ele vai sobreviver em bom estado.

Texto de Ana Esteves

Revista Pais & Filhos

16 de junho de 2010

Consulta 39 semanas

Chegamos agora do hospital, fomos à consulta das 39 semanas e nada de novo.

O CTG está óptimo mas o Miguel continua mto subido, apesar do colo do utero já estar permeável a cabeça dele não lhe chega nem perto para provocar dilatação.

Mais uma semana de espera ...

Na próx 2ª feira entramos nas 40 semanas e na 3ª temos novamente consulta para avaliar o estado do útero. Caso ele não se decida a nascer entretanto, teremos que pensar em provocar... gostava tanto que o meu piolho nascesse sem ter que recorrer a fármacos.

Fiquei um pouco desiludida e, ao mesmo tempo, ainda mais ansiosa... depois de tantas caminhadas, limpezas, contracções cada vez mais dolorosas, o piolho ainda quer continuar cá dentro?!

Vá filho, já chega! Já estás perfeitinho, tens os papás ansiosos por te ter nos braços!

14 de junho de 2010

39 semanas - a chegar ao fim do countdown 1 semana

À medida que se aproxima a data prevista do parto, você nem deve tirar os olhos do calendário.

Menos de 10% das mulheres realmente entram em trabalho de parto na data prevista. A tendência costuma ser duas semanas antes ou depois.

O seu corpo
Vá para o hospital quando sentir que está a entrar em trabalho de parto.

O mais provável é que a mandem de volta para casa. Mas não desespere, é preferível que espere as 12 horas previstas no conforto da sua casa, do que no hospital.

Para perceber que se trata de falso alarme, você pode contar os intervalos das suas contracções.
Se são intensos e constantes (20 em 20 segundos), está na altura certa.

Se são menos constantes, mas não menos dolorosos, pode esperar mais um pouco. No entanto, tudo depende de cada mulher.

Se é a sua primeira gravidez, o falso alarme não é tao frequente.

Dentro da Barriga
Está de certeza a sentir algum desconforto, por causa dos soluços, não dos seus, mas do bebé. Isso deve-se ao facto dele já ter pouco ar para respirar e engole o liquido amniótico.

Aquela camada de pêlo que protegia a pele do seu bebé já desapareceu na sua maioria, mas ainda existem alguns restos nos ombros, testa e pescoço. Depois do nascimento, desaparecerá completamente.

A cor da pele do seu bebe está a mudar: de rosada / avermelhada para branca e azulada, está relacionada com a gordura.

A placenta está a fornecer anticorpos ao seu bebé que o vão manter forte e saudável depois de nascer.

Vida de grávida:
Quando as contracções começam é melhor avisar as pessoas que quer ver presentes neste dia tão especial.

Você está sob muita pressão e sente-se ansiosa e nervosa.

Tente relaxar.

Distraia-se, veja um filme ou os episódios da sua série favorita. Assim não pensará tanto no seu bebé e quando será a hora H.

8 de junho de 2010

Exames pós parto

Logo após o parto, durante o período de internamento vai ser acompanhada diariamente por um obstetra. Caso tenham ultilizado no seu parto, fórceps, ventosa ou mesmo numa cesariana, ele vai observá-la para prevenir quaisquer sinais de infecções também assegurar-se que a jovem mãe se encontra bem a nível emocional. Passado quatro a seis semanas depois da alta hospitalar e caso não se registem complicações é marcada uma consulta de revisão.

Tente sempre estar alerta, existem alguns sintomas como ligeiras febres, incapacidade de urinar apesar de ter vontade, dores ao urinar, perdas de sangue anormais do útero, um cheiro estranho no sangue que perde, sensações de desmaio, pequenas faltas de ar ou dores no peito, pernas sensíveis ou inchadas, seios doridos entre outras.Se não se lembrar de algumas coisas que queira dizer, aponte num papel para dizer ao seu médico e durante as consultas fale sobre tudo isto e ainda sobre o que sente na região dos pontos(se os tiver), quais os seus planos contaceptivos. Os seus níveis de hemoglobina vão ser verificados, a sua temperatura será medida, o seu pulso tomado e a pressão arterial verificada. Esta é a melhorr ajuda que o seu médico pode dar-lhe para garantir que recupera a 100%.

O momento do parto

CHEGOU O GRANDE DIA! Nesta altura já estará cansada de estar grávida e desejosa de abraçar o seu bebé. Mas logo que o parto começar, é possível que fique nervosa e se interrogue se está preparada para passar por isto. Respire fundo, relaxe e lembre-se de que o seu corpo está preparado para dar à luz. Confie em si mesma.
Não se esqueça de que não está sozinha. Todas as pessoas envolvidas nesta experiência (o bebé, o seu médico e a sua equipa de apoio) trabalham com o mesmo objectivo.

Como está a desenvolver-se

O NASCIMENTO TRABALHOSO O parto ser muito cansativo para o bebé, com tantos apertões e de tanto empurrar com a cabeça. Mas está preparado, com um crânio adaptável, um corpo flexível e um sistema nervoso que põe todos os seus sistemas corporais preparados durante todo o parto. A força que tem que fazer durante o parto ajudá-lo-á a esvaziar os seus pulmões do líquido amniótico e a libertar epinefrina, uma hormona que põe em funcionamento ajustes pós-natais como o encerramento dos canais cardíacos fetais e a mobilização dos glóbulos brancos.

SIMULAÇÃO DO PARTO O bebé pratica estes ajustes durante as falsas contracções (Braxton-Hicks) que se podem notar durante a gestação. É possível que o seu médico lhe peça que conte os movimentos do bebé ou inclusive que verifique a sua resposta a algumas contracções, só para se assegurar de que todos os sistemas funcionam. No geral, o ritmo cardíaco do bebé abranda durante uma contracção, mas volta à normalidade quando termina.

Cuidado da mãe

ALIVIAR AS DORES DO PARTO As mulheres experimentam incómodos durante o parto em graus muito diferentes. Felizmente, existe toda uma série de opções disponíveis para aliviar estas dores.

TÉCNICAS NÃO MÉDICAS PARA ALIVIAR A DOR As técnicas de relaxamento, as massagens, a respiração sossegada, a criação de imagens visuais e a música são técnicas não invasivas para reduzir a tensão muscular e a dor durante o parto. Talvez já tenha praticado alguma destas técnicas no seu curso de preparação para o parto. Ânimo!

MEDICAÇÃO E ANESTESIA
É possível aplicar durante o parto a anestesia epidural. Esta injecção na coluna vertebral elimina praticamente toda a sensação das contracções. Não obstante, a anestesia epidural implica alguns riscos, pelo que é importante que comente com o seu médico obstetra os prós e os contras antes da data do parto.
Obtenha agora toda a informação possível, para que quando chegar o momento esteja em condições de tomar a melhor decisão para si e para o seu bebé.

À espera

DAR PEITO PELA PRIMEIRA VEZ Após várias horas de esforço, tem por fim o seu bebé nos seus braços. Está eufórica e esgotada. Uma das melhores maneiras de continuar o seu vínculo com este incrível ser e de lhe proporcionar um começo o mais saudável possível, é dar-lhe peito logo que nasça.

O BEBÉ ESTÁ PRONTO PARA MAMAR O bebé estará muito desperto após o parto e desejoso de mamar. De facto, os estudos demonstram que existem mais probabilidades de o aleitamento materno ter êxito se se iniciar na primeira meia hora de vida do bebé. Se não puder pô-lo a mamar nesse intervalo, simplesmente comece quando ambos estiverem prontos.

PASSO A PASSO O apurado sentido do olfacto que o seu bebé tem orientá-lo-á até ao seu peito se o tiver ao colo. Dê-lhe um empurrãozinho para pô-lo ao peito. (Peça à enfermeira ou à parteira que a ajude.) Coloque o mamilo em contacto com a sua bochecha. Esta sensação porá em funcionamento um reflexo instintivo e o bebé abrirá a boca. Quando o fizer, ponha-lhe o mamilo dentro e deixe que mame todo o tempo que quiser, mudando-o para o outro peito quando a intensidade da sucção baixar.

Não é necessário preocupar-se demasiado para que tudo corra perfeitamente na primeira vez. O importante é que a sucção do bebé ajude a libertar hormonas do corpo da mãe que disparam a produção de leite e contraem o útero. Esta contracção ajuda a expulsar a placenta e reduz a hemorragia do útero. E o bebé adquire alguma prática, para além de ingerir o colostro, ou o primeiro leite, um poderoso factor de protecção contra as doenças.
Para obter mais informações sobre o aleitamento materno, leia o artigo seguinte.

Para os pais

MEDO TEATRAL Desmaiarei? Vomitarei? Os pais principiantes preocupam-se muito com a forma como se vão sentir e comportar durante o parto. A boa notícia é que quase todos os que se preocupam acabam por desempenhar o seu papel perfeitamente. Pense positivo e lembre-se de que terá pessoas à sua volta que há anos que fazem estas coisas. Já viram de tudo!

Sabia que...?

O APOIO DURANTE O PARTO Uma das melhores maneiras de transformar o parto numa experiência positiva é contar com pessoas que a ajudem a satisfazer as suas necessidades: o seu companheiro, a sua mãe ou a sua melhor amiga.

O QUE FAZEM AS PARTEIRAS Uma boa parteira apoiará os seus desejos em relação ao parto. Ela compreende os aspectos físicos e emocionais do parto e proporcionar-lhe-á a informação que necessitar. Por exemplo, talvez lhe recomende que mude de posição, se ofereça para lhe fazer uma massagem ou lhe explique como respirar correctamente.
Quando o bebé nascer, ajudá-la-á com a amamentação.

CTG

O C.T.G. (Cardiotocografia).
O exame é realizado por um aparelho chamado cardiotocógrafo, e nele são registados os batimentos cardíacos do feto, movimentos fetais e a contracção uterina. O resultado do exame é semelhante a um traçado de electrocardiograma, e com ele, o médico pode avaliar se o feto tem insuficiência na oxigenação cerebral por motivos placentários, posicionais ou compressões do cordão umbilical, como por exemplo a circular cervical, mais conhecida como "cordão enrolado no pescoço”.

Quando se deve realizar este exame?
A cardiotocografia foi inicialmente utilizada para realizar monitorização durante o trabalho de parto, mas utiliza-se muito a partir do 7º mês da gestação (chamada Cardiotocografia Basal ou Ante-Parto). O resultado do exame é válido por uma semana, devendo-se repetir o procedimento, caso seja necessário.

Como se faz a Cardiotocografia Basal?
Uma cinta elástica e outra não distensível são ajustadas à volta do abdómen da grávida, e adaptados dois transdutores (aparelhos de sensibilidade para captar sons e pressão): um para captar os batimentos cardíacos (cardiotransdutor) e outro para captar as contracções uterinas e os movimentos fetais (tocotransdutor). O sinal assim captado gera um traçado em papel.

Quando está indicado a realização deste exame?
O exame pode ser feito de rotina, sem indicação prévia, contudo é de muita importância no acompanhamento de grávidas que tenham tensão arterial muito elevada (chamada pré-eclâmpsia), com história de trabalho de parto prematuro, em casos de alterações no ritmo cardíaco do feto, em insuficiência placentária e vitalidade do feto no final da gestação entre outras indicações.

38 semanas - começa o countdown 2 semanas

Continue a preparar o quarto do bebé, já falta pouco para ele chegar...

O seu corpo
Enquanto a sua cérvix começa a dilatar, você perderá o rolhão mucoso, a conhecida "clara de ovo".

Poderá ter algum sangue, mas não se preocupe é natural. Irá protegê-la de possíveis infecções.

Prepare-se, virão aí contracções fortes. Fale com o seu médico.
Poderá sangrar durante essa semana.

Dentro da barriga
Os pulmões e o cérebro estão a funcionar cada vez melhor. Como já referimos anteriormente, o cérebro continua em desenvolvimento até à adolescência.

Ele pesa 3 kgs, aproximadamente.

Vida de grávida
Está na hora de reforçar os tira nódoas.

O seu bebé vai sujar muita roupa e tudo o que seja útil para limpar, portanto prepare-se para comprar detergente e amaciador.

Alguns são específicos para roupa de bebés, por isso tenha esse factor em consideração.

Consulta 38 semanas e 2º CTG

Acabámos de chegar de mais uma consulta e CTG.

Se na semana passado o Miguel se fartou de mexer, hoje estava cheio de soninho e só se mexia quando eu abanava a barriga... tadinho, fi-lo acordar de madrugada Sorriso
Mas lá fez os movimentos necessários, o batimento cardíaco está óptimo e não tive contracções durante os 20 min.

Depois o médico observou-me e se, na 6ª feira passada, achou que não chegaríamos ao dia 16, hoje sentiu o colo muito verde e diz que provavelmente vamos chegar à data prevista inicialmente (21 de Junho) Triste
Aconelhou muitas caminhadas e relações para ajudar o cólo a amolecer e o piolho a descer, visto que ainda está muito subido.

Que decepção Triste Estavamos todos empolgados a pensar que na próxima semana já teríamos o nosso bebé nos braços e afinal, parece que ele nos quer pregar mais uma partida...

Fiquei triste, mas, mesmo assim, só faltam no máximo 2 semanas... para quem já o espera à 9 meses, o que são 2 semanas não é?! Sorriso

Estamos de volta para consulta e CTG na próxima 4ª feira.

4 de junho de 2010

Consulta 37 semanas e 1º CTG

Hoje foi dia de consulta. Às 37 semanas e 4 dias fizemos o nosso 1º CTG.

Seguindo o conselho da enfermeira, a mamã tomou um pequeno almoço reforçado e cheio de coisinhas que o piolho adora e, por isso, não fica quieto: croissant com chocolate e galão com muito café.

Chegamos à CUF às 8h15, começamos o CTG às 8h30 e passados 20 minutos estavamos prontinhos para ir ao Sr. Dr.
Durante o CTG o Miguel não parou, mexeu-se tanto que nem me deu tempo de pressionar o botão em todos os movimentos.
Durante estes 20 minutos não tive contracções.

Na consulta o Dr. Jorge examinou-me, fez o toque e disse que o Miguel ainda não está para nascer. Ohhh!
Mas também disse que não deve chegar à data prevista.
Voltamos a ser observados e ao CTG na próxima 3ª feira, com 38 semanas e 1 dia e, segundo o médico, provavelmente na semana seguinte, dia 15, voltamos lá para ficar...
Será?!
Os votos para dia 16 estão com grandes probabilidades de ganhar :)

Tirando um ligeira infecção urinária, para a qual vou tomar 1 antibiótico durante 24 horas, estamos óptimos!

Deixo-vos, finalmente, a foto do nosso Miguel tirada a partir da ecografia a 4D, onde podem ver o seu rosto de perfil, do lado direito da imagem tem uma mão a tapar o olho e por cima do queixo a outra. Assim como algumas fotos tiradas no passado Domingo na praia... estamos grandes!!!


O quartinho está pronto!!

E finalmente podemos dizer que o quartinho do Miguel está pronto!

O Tio Pedro e o Papá fizeram o suporte para o muda-fraldas que ainda não tínhamos mostrado, ficou mesmo como nós queríamos. Obrigada Tio!

Ontem os avós paternos fizeram-nos uma visita e trouxeram, para além de outras prendinhas, a colcha e o protector de grades por que tanto ansiavamos.

Deixo-vos as fotos de mais algumas prendinhas que o Miguel recebeu dos avós, Tios Dani e Pedro e Papás e, claro, o resultado final do cantinho do nosso príncipe.

Filho a tua caminha ficou um mimo, acho que te vai ajudar a ter bons sonhos...

1 de junho de 2010

Dia Mundial da Criança

Um dia muito feliz a todas as crianças, mesmo às mais crescidas pois quem não tem, dentro de si!


Um pouco de história:


Quando terminou a 2ª Grande Guerra Mundial, as famílias viviam com muitas dificuldades, a alimentação era fraca e os cuidados médicos eram escassos. Faltava dinheiro e os pais punham as crianças a trabalhar. Por isso mais de metade das crianças da Europa não sabia ler nem escrever.

Em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres, propôs às Nações Unidas que se comemorasse um dia dedicado a todas as crianças do Mundo. Os Estados Membros das Nações Unidas, - ONU, propuseram o Dia 1 de Junho, como Dia Mundial da Criança. Este dia foi comemorado pela primeira vez logo a 1 de Junho desse ano!

A 20 de Novembro de 1959 a Assembleia-Geral desta Organização, redigiu a Declaração dos Direitos da Criança. Trata-se de uma lista de 10 princípios que, se forem cumpridos em todo o lado, podem fazer com que todas crianças do mundo tenham uma vida digna e feliz.

Quando a "Declaração" fez 30 anos, em 1989, a ONU também aprovou a "Convenção sobre os Direitos da Criança", que é um documento muito completo (e comprido) com um conjunto de leis para protecção dos mais pequenos (tem 54 artigos!).